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Luisão: «No Seixal não admitia que não se entregassem os talheres como receberam»

Ex-capitão aborda o tema da liderança

• Foto: Pedro Ferreira

Luisão explicou numa palestra sobre liderança a maneira como foi mudando a sua forma de comandar o grupo no Benfica, deixando claro que "respeito e ética" são fundamentais para o bom funcionamento da instituição. Nesse sentido, deu o exemplo de como se comportava com os mais jovens no Caixa Futebol Campus.

"Separo a minha carreia em duas etapas. Primeiro com jogadores mais experientes, casca grossa, e depois quando os mais jovens começaram a subir. Pensei se deveria ter a mesma atitude. Com os mais jovens mudei um pouco e apostei na disciplina. Eu não admitia que se entrasse no Seixal e não se cumprimentasse a pessoa que estava a servir ou não se entregassem os talheres como receberam. Isso pode mudar a cultura do clube, que é o respeito e a ética. Os mais jovens precisam de ter isso. Nunca tive esse problema. Primeiro está o interesse do Benfica e o propósito fundamental do clube", vincou o dirigente encarnado.

Questionado sobre como um capitão opera na questão do equilíbrio entre jogadores e treinadores, Luisão falou na necessidade de ter jogo de cintura: "Sempre tive muito carinho por todos. Ralhava, mas depois abraçava se fosse preciso. Isso deu credibiilidade muito grande. É preciso entender o interesse de um ou dois jogadores e perceber qual o interesse de todo o grupo."

Por Valter Marques
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