«O major levou-me para o Boavista a preço de banana e vendeu-me ao Benfica a peso de ouro»

Isaías recorda percurso pelos vários clubes que representou em Portugal

• Foto: Francisco Paraíso/Arquivo

No futebol português, Isaías vestiu as camisolas de Rio Ave, Boavista, Benfica e Campomaiorense - "Recebi tantos sacos de café", recorda - e colecionou histórias em todos os emblemas. Numa longa entrevista à 'Sábado', o agora ex-jogador brasileiro de 56 anos recorda como foi o seu percurso.

"No Rio Ave, mostrei que não vinha para brincar. Quando saí do Belenenses disse ao diretor desportivo: 'O meu nome tem dois A, dois I e dois S. Vou voltar ao Brasil, mas no próximo ano vou regressar a Portugal e vou mostrar-vos que tinha condições para jogar no Belenenses e em qualquer outra equipa'. Não era arrogância! A história da minha saída para o Boavista também é engraçada. O major Valentim Loureiro era muito amigo do presidente do Rio Ave e como o Boavista jogava sempre ao sábado e o Rio Ave ao domingo ele ia ver os nossos jogos. O senhor Peres Bandeira, do Benfica, falou comigo ainda quando estava no Rio Ave, mas o clube achou que era demasiado cedo, por não ter ainda muita expressão. Um brasileiro que chegasse a Portugal para um grande tinha de ser um jogador de muita expressão. Todos os jogadores do Benfica tinham nível de seleção. Onde é que eu ia entrar? Quem se deu bem foi o major, que me levou para o Boavista a preço de banana e vendeu-me ao Benfica a peso e ouro", afirmou.

Leia a entrevista na íntegra na Sábado

Por Record
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