Rui Vitória: «Mitroglou não marca? São fases»

Não está preocupado com o eventual menor fulgor do avançado

• Foto: Miguel Barreira

Rui Vitória não se mostrou esta terça-feira preocupado com um eventual menor fulgor de Mitroglou. O grego interrompeu a série de jogos consecutivos a marcar mas o treinador diz que são fases.

"São fases dos jogadores. De repente marcam, outras vezes não. Vivem de golos e querem fazê-los, mas isto acontece com qualquer avançado do Mundo. Há uns que fazem épocas fantásticas, como foi o caso da época passada do Mitroglou e do Jonas. Mas não há qualquer dependência nesse sentido. Temos um leque vasto de jogadores a fazer golos. Iremos ter outras soluções, arranjar outras alternativas", explicou o técnico em conferência de imprensa.

De um clássico da Liga NOS para a segunda mão das 'meias' da Taça de Portugal, as águias mudam no plano competitivo mas o treinador refere que já estão habituadas: "Nos últimos tempos, temos alternado os contextos competitivos. Passámos de uma Liga dos Campeões para um jogo com uma equipa que está para não descer, depois para a Taça da Liga… É evidente que o último jogo foi intenso para toda a gente, mas os jogadores têm dado sempre provas de que estão preparados e amanhã vão os que estão prontos para se entregar. A disponibilidade tem de ser total, mental e física".

Apesar de ter admitido fazer alterações, o treinador não quer ouvir falar na palavra poupança: "Não é no sentido de poupança. Estou perfeitamente à vontade com o lote de jogadores que tenho. Quer eu jogue de uma forma, quer jogue de outra, estou perfeitamente à vontade. Amanhã é um jogo com determinadas características e queremos os jogadores todos a 100 por cento. E não é a 100 por cento a pensar no próximo jogo".

Pela frente, o Benfica vai ter um Estoril renovado pelas ideias de Pedro Emanuel. Os canarinhos mereceram mesmo elogios por parte de Rui Vitória: "Tem o sonho muito grande de querer chegar ao Jamor. É uma equipa que está melhor. Tem melhorado os resultados, com uma organização diferente e vai causar problemas por isso. Os jogos de futebol estão sempre em aberto e acredito que do outro lado se pense isso. Por isso é que estou aqui. Não sei se a conferência era obrigatória, mas quis fazê-la. É um sentimento de festa que se vive naquele último jogo da época. Por isso é que tenho passado tempo a estudar a equipa do Estoril, porque sei que [a final] é daqueles jogos que qualquer equipa, treinador, jogador tem de viver".

Por Luís Miroto Simões
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