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SAD não antevê consequências dos casos de Justiça

Relatório e Contas do último exercício revela otimismo sobre o processo E-Toupeira

• Foto: Pedro Simões

O Relatório e Contas relativo ao exercício de 2017/18 da SAD do Benfica contém uma mensagem otimista relativamente aos casos de Justiça nos quais o clube tem o nome envolvido. A sociedade encarnada, segundo o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), "entende que não existe substância para os crimes que lhe são imputados e não antevê consequências judiciais ou desportivas". Esta, refira-se, é a primeira vez que os encarnados se referem diretamente a estes casos de Justiça num relatório deste género, emitido para os acionistas.

No documento, a SAD confirma os números anteriormente avançados: resultado líquido de 20,6 milhões de euros; 63,8 milhões de euros relativos a transações de direitos de atletas; ativo de 485,1 milhões de euros; passivo de 398,3 milhões, que corresponde a uma diminuição de 40,1 milhões relativamente ao último exercício; e capitais próprios de 86,8 milhões. A título de curiosidade, destaque ainda para os ligeiros aumentos de salários anuais dos administradores Domingos Soares de Oliveira e Rui Costa, que passaram de 411 mil euros para 417 mil; e de 230 mil para 231 mil, respetivamente.

Luís Filipe Vieira refere, na mensagem escrita no Relatório e Contas, que estes resultados são "indicadores que atestam bem a eficácia da estratégia económica" da SAD. Lembrando que a última temporada não trouxe os resultados desejados, o presidente do clube da Luz voltou a mostrar confiança para o que resta de 2018/19: "Acredito que este será o ano da reconquista, porque acredito que todos partilhamos os mesmos valores: ambição, compromisso, humildade e determinação."

Por Pedro Ponte
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