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Sem abdicar de Chalana

PEQUENO GENIAL CONTINUA NA EQUIPA TÉCNICA

Com Camacho, Trapattoni e Koeman os dirigentes do Benfica entenderam ser sempre fundamental a existência de um técnico português que pudesse assegurar uma maior facilidade de relacionamento com o plantel.

Agora, apesar de o novo treinador ser nacional, o Benfica prossegue a aposta em Fernando Chalana, figura bastante querida e respeitada no balneário benfiquista – tempos houve em que os jogadores lá afixaram um poster dele.

Assim sendo, além de Fernando Santos, juntam-se a Chalana mais três caras novas. Um primeiro adjunto que substitui Bruins Slot; um preparador físico para o lugar de Jan Kluitenberg; e um observador de jogos. Eles são, respectivamente, Jorge Rosário, Bruno Moura e Ricardo Santos. O primeiro é o braço direito de sempre do novo treinador, acompanhando-o em todos os clubes desde que deixou de jogar no Estoril-Praia.

Já o segundo, Bruno Moura, é filho do cinesioterapeuta das águias, Rodolfo Moura (este acaba por reencontrar Fernando Santos depois de coabitarem no FC Porto e Sporting), um profissional da nova vaga – 28 anos – com métodos de trabalho que causaram algum impacto nos clubes onde já trabalhou: esteve no Beira-Mar e Rio Ave (sempre com António Sousa) e ainda com Jorge Jesus no Moreirense. Antes de se lançar no futebol profissional, ganhou experiência no departamento de formação do FC Porto. Ricardo Santos é o espião dos adversários.

Falta técnico de guarda-redes

Por contratar – a escolha será feita nos próximos dias – está o treinador de guarda-redes, que também deverá ser português e irá substituir o holandês Abe Knoop.
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