Siqueira: «Ainda hoje não entendo como não ganhámos a Liga Europa»

Lembrou um Benfica superior ao Sevilha

Siqueira fez parte do plantel do Benfica em 2013/14 por empréstimo do Atlético Madrid e ficou ligado a três títulos. O antigo futebolista brasileira queria "ganhar quatro em quatro possíveis" mas acabou ser travado pelo Sevilha na final da Liga Europa. 

"Até hoje não consigo entender como é que não saímos de lá com o título. O futebol é isso, muitas vezes tentamos mas não conseguimos. Foi um jogo onde tentámos de todas as formas no tempo regulamentar. Era nítido que o Sevilha queria levar o jogo para o prolongamento e os penáltis são uma coisa onde não temos o controlo. Acabámos por ser infelizes. É triste porque fizemos uma Liga Europa muito bonita. Ultrapassámos o Tottenham e a Juventus.  Estávamos num grande momento da época, o grupo estava muito unido e o futebol encaixava na perfeição. Tinhamos a plena convicção de que voltaríamos com o título depois do que havia acontecido naquela época. É uma pena. Durante 90 minutos merecíamos nós mas o futebol tem disso", lamentou o antigo lateral-esquerdo em declarações à BTV.

Festa da Luz e do Marquês de Pombal

"São coisas diferentes. Cada jogador é chamado no estádio. No Marquês é muita gente a chamar o teu nome. São festas diferentes mas muito marcantes. O último título tinha sido em 2010, pelo que aconteceu na época anterior o Benfica estava muito necessitado de títulos. Foi muito bem comemorado. Tenho lembranças na minha cabeça como se fosse ontem. O tempo está a passar muito rápido, já faz 7 anos. ‘O Campeão voltou’ foi o que mais cantei. Tenho tudo gravado. O calor e o carinho que os adeptos passam é muito diferente. Tive a oportunidade de jogar no Atlético Madrid e no Valencia, clubes com expressão, mas o que via no rosto das pessoas do Benfica, a paixão e o fanatismo, isso é gratificante. Só temos de correr em campo e corresponder. Emocionei-me naquele percurso da Luz para o Marquês, havia pessoas muito felizes. Ali tivemos a noção do que representávamos para aquelas pessoas. O atleta está preocupado, pensa nele e quer ser melhor a cada dia e esquecemo-nos do quão importantes somos. Naquele dia vi, vi o bem que estávamos a fazer para aquelas famílias."

Por Flávio Miguel Silva
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