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Toni: «Estamos atentos à evolução de jogadores como Mawete»

TREINADOR E JOVEM ANGOLANO ESTIVERAM NO JOGO DA EQUIPA B

O treinador do Benfica  defende a aposta contínua no conjunto   mais jovem e quer motivar os jogadores dos escalões de formação.  “Há que transmitir-lhes a importância de um projecto deste tipo”
Toni: «Estamos atentos à evolução de jogadores como Mawete» • Foto: Carlos Patrão
TONI e Mawete Júnior estiveram ontem em Moscavide, onde assistiram ao jogo do Benfica B. No dia seguinte à vitória sobre o Gil Vicente, o treinador e o autor do primeiro golo dos encarnados observaram a formação mais jovem, onde o angolano despontou e o técnico, devido à lesão de Sokota e à venda de João Tomás, pôde recrutá-lo, utilizando-o com frutos até agora inquestionáveis.

A aposta na equipa B é para continuar e Toni admite mesmo que o caso de Mawete deverá servir de exemplo para os mais jovens. Aliás, a presença do treinador principal, que viu a partida com o filho, o adjunto Jesualdo Ferreira, e o prospector Rui Oliveira, serve também como um factor de motivação para todos os que espreitam uma oportunidade. “Aqueles que evoluem na equipa B trabalham para chegar à principal. Todos estamos atentos à evolução de jogadores como Mawete. A nossa presença é também um facto de motivação para os jovens que ocupam um espaço que, por vezes, só tem visibilidade quando o Argel ou outro nome sonante é utilizado.”

Toni reforça, desta forma, a necessidade de continuar o investimento como forma de reforçar, sempre que necessário, o plantel principal.

“A equipa B tem um espaço de evolução e competição que é necessário aquilatar e relevar. Há que transmitir-lhes a importância de um projecto deste tipo”, salienta Toni, recordando que jogadores como Bruno Basto, Deco, Hugo Leal e Veríssimo, entre outros, atingiram plano de destaque neste escalão de formação, na altura ao serviço dos clubes-satélite.

No entender do treinador principal do Benfica, todo este trabalho ficará facilitado quando o sector de formação tiver um espaço próprio para exercer a actividade.

“O facto de não existir um Centro de Estágio pode dificultar a evolução do sector de formação. Mas, independentemente dos meios financeiros, não vamos alterar as nossas linhas programáticas”, concluiu Toni, que também defende uma “política agressiva na detecção de novos valores”.
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