Varandas Fernandes e os diferentes critérios: «Vejo invasões e agressões e não acontece nada»

Vice-presidente do Benfica garante que o clube lutará pela revogação do castigo de um jogo à porta fechada até as últimas instâncias

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Luz, Estádio da Luz, Benfica
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Luz, Estádio da Luz, Benfica

João Varandas Fernandes, vice-presidente do Benfica, deixou duras críticas à forma como as instâncias que regem o futebol português utilizam diferentes critérios na aplicação dos castigos. Poucas horas depois de o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol ter punido as águias com um jogo à porta fechada, o dirigente falou à Rádio Renascença, recordando outras situações recentes que passaram incólumes.

"Vejo invasões, agressões e arremesso de tochas e não acontece nada", afirmou, lembrando o empurrão de que Pizzi foi alvo por parte de um adepto do FC Porto que invadiu o relvado do Estádio do Dragão, na última época. "A cada dia que passa percebemos melhor esta dualidade de critérios aplicada. O desafio que lançámos mantém-se num manto de silêncio e nem a FPF nem a Liga fazem a identificação das preferências clubísticas dos seus representantes, diretores e dirigentes", referiu Varandas Fernandes.

Para sublinhar a importância que os encarnados dão à segurança, Varandas Fernandes lembrou que foi o Benfica o primeiro clube a construir uma caixa de segurança. "Era esse o caminho para melhorarmos a segurança. Nunca nos demitiremos das responsabilidades que temos para com o futebol português e vamos continuar a combater as injustiças de que estamos a ser alvos."

Estoril pede seriedade

Entretanto, Alexandre Faria, presidente do Estoril, afastou responsabilidades pelo castigo de um jogo à porta fechada imputado ao Benfica, após os encarnados terem acusado os canarinhos de colocar os adeptos das águias numa das bancadas de topo ao invés da central. "É necessário que sejamos sérios e tenhamos a noção de quem toma as decisões e de quem foi o responsável por essa decisão. E não foi o Estoril", vincou, em declarações à Rádio Renascença, salientando que "a situação ficou muito clara na altura para todos os intervenientes" antes de ocorrerem arremessos de material pirotécnico e cadeiras.

"Todos tiveram a perfeita noção de que a decisão final da escolha da bancada ficou a dever-se à força policial responsável pelo jogo, a GNR, e essa decisão foi desta entidade. O Estoril é alheio a este facto", sublinhou ainda o presidente do clube da Linha.

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