Jesualdo e os ajustes ao plantel: «Trabalhei quatro ou cinco dias. Não sou iluminado»

Treinador do Boavista garante que vê ambição nos jogadores que tem à sua disposição

• Foto: Boavista

Jesualdo Ferreira fez este este sábado a antevisão ao jogo com o P. Ferreira (amanhã, frente ao P. Ferreira)

Mercado: "Percebem que ao fim de 4 ou 5 dias ainda me falta muito. Não sou iluminado para tirar conclusões do que vi. Vi até agora um grupo de jogadores jovens, outros numa idade de alguma experiência, mas com uma grande vontade de trabalhar, prazer de trabalhar, e também com as suas próprias ambições, o que também acho que é fundamental. São jovens, querem ir longe, querem ir para cima e sempre que encontrei jogadores desse tipo sempre tive prazer em trabalhar. E consegui ajudar que muitos viessem jogadores de patamares diferentes e superiores, com boas carreiras e boas recompensas".
 

Regresso a Portugal: "É um prazer voltar ao meu país, são 10 anos que estivemos fora com uma pequena interrupção por volta de 2013. Voltar às conferências e ao convívio convosco, voltar a poder voltar a falar em português, aquilo que por vezes fazemos em línguas diferentes e nem sempre com a mesma facilidade... Dizer-vos que como fiz no passado farei no presente e no futuro, falar convosco da forma mais séria e aberta. Penso que é a única forma de pedir respeito e de as coisas saírem de forma correta".


Regressar ao Boavista: "Também dizer que é um prazer estar no Boavista, voltar ao Boavista depois de há 14 anos ter passado aqui 7 semanas magníficas, que deixaram marca clara e profunda deste clube, da forma como fui recebido, da sensibilidade com que tratámos os assuntos daquela altura e também da forma pacífica como foi a minha saída depois do convite do FC Porto. Coisas foram tratadas entre direções, havia necessidade de que nem o Boavista fosse prejudicado, nem o FC Potro. Estávamos a uma semana de iniciar o campeonato, foi um momento importante da carreira e creio que isso acabou por ser também um momento em que o treinador sai e o clube não fica prejudicado na preocupação financeira. Capítulo encerrado. A minha volta agora tem um sinal de gratidão que é uma coisa que eu identifico como um sentimento nobre. Posso voltar a um clube que me marcou bastante, disse-o durante 14 anos, e regressar para tentar ajudar num projeto novo. É evidente, é claro, não foi preciso tempo para perceber que havia diferenças entre o que é a perspetiva do momento e o que era há 14 anos. O que era normal. Sabem que muita coisa mudou na estratégia dos clubes, na forma como se entendeu o negócio do futebol e acima de tudo as necessidades de recolha de recursos que permitam aos clubes crescer e poder aparecer num nível diferente, não só com maior saúde financeira, mas também com mais resultados desportivos. Quero saudar os adeptos do Boavista que não têm estado presentes devido a tudo o que se tem passado , vidas diferentes e infeliz , da minha parte e da minha equipa técnica tudo faremos para que o Boavista e os seus adeptos sintam e voltem a ser felizes como em anos anteriores isso aconteceu e se manifestem de forma carinhosa e apaixonada. O Boavista é um baluarte forte da cidade do Porto"

Por Pedro Morais
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