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Arouca-Sp. Braga, 1-0: André clarificou tudo com arco do triunfo

REAÇÃO DOS MINHOTOS A BATER NO POSTE E AROUCA A controlar bem

Arouca-Sp. Braga, 1-0: André clarificou tudo com arco do triunfo
Arouca-Sp. Braga, 1-0: André clarificou tudo com arco do triunfo • Foto: JOSÉ COELHO/LUSA

Um belo remate em arco de André Claro, logo aos cinco minutos, clarificou verdadeiramente toda a toada de um jogo bem interessante no capítulo tático, mas não tão emotivo como se poderia adivinhar, após a madrugadora mexida no marcador.

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O Arouca lá cantou a sua primeira vitória da época e foi uma verdadeira equipa no capítulo do sacrifício coletivo para garantir estes já preciosos três pontos, aguentando a natural reação do Sp. Braga que, numa primeira fase, bateu literalmente no poste. Alan, em livre direto cobrado de forma superior, deixou Goicoechea pregado ao chão, mas a bola acertou caprichosamente na quina da barra (29’), seguindo-se um remate enrolado de Éder, que passou por cima do guarda-redes do Arouca e também beijou o poste. Aqui já ao minuto 42, na prova de que a tal natural e exigida reação do Sp. Braga foi a espaços, como se haveria de confirmar em absoluto durante toda a segunda parte.

A verdade, a grande verdade, é que Goicoechea acabou o jogo sem ter necessidade de fazer uma defesa digna de registo. Ou seja, o domínio dos minhotos, muito mais em posse de bola e pouco profundo, foi evidente durante a etapa complementar, mas a dura realidade, na perspetiva dos visitantes, é que o segundo golo do Arouca esteve sempre mais em pano de fundo do que propriamente o do empate do Sp. Braga.

Aposta total. Isto apesar de Sérgio Conceição ter apostado tudo em tempo oportuno, incluindo os frescos Sami, Agra e Zé Luís num ataque cheio de gente, o que não quer dizer propriamente ameaçador o suficiente. A entrada de Zé Luís no lugar de Custódio, de resto, deixou os bracarenses demasiado partidos, pois Tiba teve de recuar, Rafa pouco mais tinha a inventar e foi aí que o Arouca aproveitou para ameaçar o tal segundo golo que deixaria a vitória ainda mais cantada.

Um minuto depois de Pedro Tiba rematar com perigo ao lado (68’), os homens da casa construíram até aquela que foi a grande ocasião de toda a segunda parte, mas aí o corpo de Kritciuk foi demasiado grande para André Claro que, mesmo assim, já tinha feito o suficiente para ser o homem do jogo. Este é o tal momento que justifica também a justiça da vitória do Arouca, principalmente porque houve o grande mérito dos locais em manter a baliza de Goicoechea sem sobressaltos.

Os minhotos, no resumo final, deram mesmo o flanco, com aquela entrada amorfa e sem intensidade no jogo. Era isso que o Arouca mais queria: uma vantagem madrugadora para um jogo de espera, com bloco baixo, mas cheio de boas intenções nas transições ofensivas.

Melhor em campo: André Claro

Quem diria que iria resolver tudo com aquele belo golo aos cinco minutos. Um avançado de grande mobilidade e que até cheirou o segundo golo (69’).

Árbitro: Pedro Proença (nota 4)

Sereno e eficaz em todas as decisões, Pedro Proença voltou a sair com estilo de mais um jogo. Nos dois lances a suscitar dúvidas na área, acertou na decisão. Não houve nada...

Momento

Alan acertou com estrondo no poste aos 29 minutos num livre direto com demasiada pontaria. Foi o toque para o Arouca acreditar

Número

5 Sp. Braga não venceu os últimos três jogos fora na Liga passada. Nesta vai em dois, após o nulo em Moreira de Cónegos

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