Folha: «A direção confia no meu trabalho e não me deixam sair»

Treinador do Portimonense após o nulo na receção ao P. Ferreira

• Foto: Filipe Farinha

Portimonense e Paços de Ferreira defrontaram-se este sábado no Algarve e não foram além de um empate sem golos na 16.ª jornada da Liga NOS. No final da partida, o técnico da formação de Portimão lamentou as oportunidades de golo desperdiçadas pela sua equipa e admitiu que não era o resultado pretendido. 

"Claro que não é o resultado que queríamos, mas, face às oportunidades que tivemos e que não conseguimos concretizar, é mais um ponto. Não era dia de elas [bolas] entrarem. O resultado é que empatámos, fizemos mais um ponto. A luta vai ser dura até ao fim, mas temos de continuar fortes e trabalhadores para dar a volta a esta situação. Até agora, as coisas não têm estado a sair como pretendíamos, até na finalização temos tido dificuldades. Não perdemos este jogo, mas temos de tirar do resultado e do jogo os aspetos positivos", disse António Folha, em conferência de imprensa. 

"A equipa na primeira parte jogou com algum receio de errar, com alguma insegurança, os jogadores estavam acanhados devido ao facto de estarem a jogar em casa com o público a manifestar algum desagrado. Com a entrada do Bruno Costa tentámos encontrar alguma superioridade no meio-campo, conseguimos, e chegámos mais vezes a zonas em que podíamos ter finalizado melhor", sublinhou, numa análise à evolução da equipa durante a partida.

O técnico dos algarvios assume que há contestação dos adeptos e está disponível para deixar o cargo se os responsáveis do clube assim o entenderem, mas não desiste de tirar o clube da posição delicada que ocupa.

"O António Folha não está acomodado ao lugar, não é um rato do esgoto que se esconde e quando as pessoas da direção quiserem que o Folha saia, estão à vontade. As pessoas [adeptos] estão tristes, porque o Portimonense não ganhou o jogo, mas não estou preocupado. A direção confia no meu trabalho e não me deixam sair. Eu tenho caráter, dignidade, e sabem que me podem mandar embora quando quiserem. Não há problema nenhum. O descontentamento dos adeptos não é de agora vem desde o primeiro dia. Estamos conscientes de que temos de trabalhar muito e isso faz-me ter força para continuar", justificou Folha.
 

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