Passivo da Liga quase liquidado

Dívida saldada durante esta época. Temporada transata teve um lucro de 2,170 milhões de euros

• Foto: Movenotícias

Pela terceira temporada consecutiva, a Liga apresentou resultados positivos com um lucro de 2,170 milhões de euros. Ontem, os clubes das competições profissionais estiveram representados na sede da Liga para assembleia geral de aprovação de contas, notando-se a ausência de quatro sociedades desportivas: Santa Clara, Sp. Covilhã, Mafra e Cova da Piedade.

"Hoje é um momento histórico, pela primeira vez na história da Liga o relatório e contas é apresentado e votado três meses após o fecho do exercício. No final da época o nosso ‘business plan’ aponta para o pagamento de 86% da dívida que veio do anterior mandato. A Liga poderá agora dimensionar-se como uma das melhores a nível internacional", afirmou o presidente da assembleia geral da Liga, Mário Costa.

O défice herdado dos mandatos de Mário Figueiredo e Luís Duque rondava os cinco milhões de euros, mas o passivo está prestes a ser saldado ao cabo de três anos de mandato de Pedro Proença. "Isto é um virar de página, há três anos que falávamos de prejuízos. No final deste ano tudo isso estará terminado. Não falaremos mais de sustentabilidade, mas sim de desenvolvimento com todos os projetos que já estão aprovados, toda a nossa política de continuidade nas novas tecnologias, a formação dos agentes desportivos, a internacionalização do nosso futebol, o aumento da presença dos adeptos nos estádios, a Liga nas redes sociais, na TV, enfim, o rigor terá de continuar", salientou a diretora-executiva, Sónia Carneiro, em conferência de imprensa.

João Almeida (Sporting), Hugo Nunes (FC Porto) e Paulo Gonçalves (Benfica) foram os representantes dos três grandes na reunião magna da Liga.

Recomendação aprovada em AG

A seguir à AG ordinária de aprovação de contas, decorreu uma extraordinária que visava a apreciação, discussão e votação da proposta de recomendação de distribuição do saldo positivo a partir do exercício de 2018/19, o que anteriormente estava cativado por força da situação de dívida. A proposta foi aprovada por larga maioria com 26 votos a favor, uma abstenção e dois votos contra, sendo que também foi consensual que, nessa distribuição, se priorizassem as sociedades desportivas que mais apoiaram a Liga enquanto atravessou momentos de dificuldades financeiras.

Por Ruben Tavares
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