Sónia Carneiro garante que "Liga esteve um passo à frente há dois anos"

Diretora executiva do organismo afirma que há disponibilidade para trabalhar com outras entidades

Sónia Carneiro, diretora executiva da Liga, garante que o organismo está disponível para colaborar com as outras entidades no sentido de melhorar e de ajudar a estabilizar o clima no futebol português, depois de Fernando Gomes ter vincado a posição da Federação Portuguesa de Futebol na Assembleia da República. A dirigente garante que "a Liga está sempre disponível para melhorar" e ainda lembrou os avanços que tentou dar há dois anos.

"Se recuarmos a 2015/16, os clubes aprovaram uma norma que impedia que todas as pessoas que estão ligadas aos clubes fossem comentadores dos programas desportivos que agora tanto se critica. O que aconteceu depois foi que o TAD disse que a norma era ilegal, que violava a liberdade de expressão e o direito dos órgãos de comunicação social de escolher os seus comentadores. A Liga esteve um passo à frente há dois anos e teve de recuar. Os clubes não queriam que os seus fossem comentadores nestes programas que estão a denegrir o futebol. O tribunal veio dizer que aquela norma não podia existir nos regulamentos", sustentou, em declarações à TSF.

Por outro lado, Fernando Gomes sugeriu a criação de um tribunal autónomo para a violência no desporto, algo que Sónia Carneiro... não percebeu. "A Liga não tem conhecimento da proposta concreta da FPF. Só com dados concretos é que as sociedades desportivas se vão pronunciar sobre essa proposta. Desconhecemos o teor concreto da proposta e teremos de aguardar para perceber qual é a perspetiva da FPF e em conjunto perceber o que podemos melhorar. Se calhar a proposta até é boa, temos é que a analisar e junto com a FPF trabalhar nela", afirmou.

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