Miguel Ribeiro: «Acionista investiu quantia avultada que nos permite estar num bom patamar»

Presidente da SAD do Famalicão destaca importância da criação da sociedade

• Foto: Luís Vieira/Movephoto

Foi há sensivelmente três anos que o Famalicão decidiu transformar a sua SDUQ numa SAD e, em retrospetiva, Miguel Ribeiro garante que a decisão não podia ter sido melhor. Olhando ao que evoluiu o emblema famalicense, sobretudo ao nível dos departamentos, o líder da SAD minhota diz que foi a entrada de investimento que permitiu ao clube estar num bom patamar.

"Fizemos investimentos nos departamentos, na equipa de futebol, nos treinadores, para que a nossa operação seja rentável e sustentável. Graças a esse investimento poderemos almejar isso, sem o qual muito difícil seria. Até ao momento, o nosso acionista maioritário já investiu na sua empresa uma quantia bem avultada que nos permite estar num bom patamar. Esse investimento foi em recursos humanos, infra-estruturas, tecnologias, para tornar o nosso clube mais capaz. Este investimento faz sentido porque acreditamos no país e na Liga", disse, na Webinar 'Thinking Football', organizada pela Liga.

A entrada de dinheiro privado na maioria do capital das SAD's tem sido um tema algo controverso, com vários exemplos a não apresentarem os resultados desejados. Para Miguel Ribeiro, isso deve-se ao facto de muitos destes projetos serem delineados em casos de SOS, algo que não aconteceu em Famalicão, garante. "Não foi um recurso de resgaste, não foi SOS. Tudo o que é criado em SOS tende a ter falhas. Criámos uma SAD que nos fez na segunda liga dizermos que era um clube de primeira na segunda. Essa foi uma das nossas boas decisões. Dotámos a SAD de departamentos que nos melhorassem a performance. Há algo que não podemos esquecer, isto é futebol, é uma indústria de futebol, e ali, nas quatro linhas, entre os 105 metros e os 68, está a nossa operação. Criámos departamentos que suportassem e sustentassem a operação, uma base com departamento financeiro, de comunicação, de marketing, comercial. Na parte do futebol o departamento de saúde e rendimento, uma secretaria técnica. Isto numa dinâmica de uma empresa", apontou.

Por Record
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