As lições de quem ganhou dos dois lados da barricada

Rui Quinta e Leonel Pontes explicam como se faz

• Foto: Hugo Monteiro

Quando perguntámos a Rui Quinta, adjunto de Vítor Pereira no FC Porto, o que recorda do jogo que iniciou a seca azul e branca nos Barreiros, um empate (1-1) em 2012/13, a resposta não poderia demonstrar uma memória mais vívida do duelo.

"Empatámos, mas o Jackson falhou um penálti a um quarto de hora do fim... Nesse dia ficámos a quatro pontos do Benfica com sete jornadas para o fim. Mas, como se sabe, fomos campeões", recordou o atual treinador do Sp. Espinho, que também esteve na última vitória, por 2-0: "São jogos normais. Esse enquadramento de não ganhar há muito ou pouco tempo está sujeito à importância que lhe quisermos dar. Em relação ao atual FC Porto, está em 1º lugar e, por isso, sabe que não depende de ninguém para ser campeão. Tem esse conforto."

Pelo seu lado, para Leonel Pontes, que bateu os dragões de Lopetegui por 1-0, em 2014/15, há uma certa continuidade na ideia de jogo do Marítimo que é difícil de digerir pelos grandes: "Lembro-me que jogámos num bloco médio/baixo e retirámos espaço interior ao FC Porto. O Marítimo joga com um modelo semelhante em casa e fora, é uma equipa que defende muito bem e depois aproveita os momentos de transição e as bolas paradas. O posicionamento da equipa e a forma como defende e ataca favorecem-na muito."

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