Carlos Tê: «Comissionistas, managers e gente semi-parasitária»

Adepto portista diz que o clube está refém desta teia de interesses

• Foto: Pedro Mar

Carlos Tê, compositor e conhecido adepto do FC Porto, considera que o principal problema do clube na atualidade está na forma como se relaciona com "intermediários, comissionistas, managers e gente semi-parasitária". Por isso, defende a importância da instituição liderada por Pinto da Costa regressar ao tempo em que "era mais clube e menos SAD"

"Há erros e coisas que não estão a ser bem feitas. O Porto tem que ser menos empresa virada para os negócios, para o comércio e para o interposto de jogadores", defende o adepto do clube azul e branco, em declarações à Rádio Renascença, reconhecendo, todavia, ser difícil aparecer alguém que possa opor-se ao atual estado de coisas.

A razão é simple. "Pinto da Costa é um mito vivo, aquilo que ele conseguiu ao longo de 30 anos foi arrancar um clube paroquial às ruas do Porto, às freguesias da cidade e catapultá-lo para uma esfera planetária", aponta Carlos Tê, acrescentando: "As pessoas não se podem esquecer que o FC Porto tem sete títulos internacionais. Alguém que tente aparecer pensa sempre e tem isto sempre em mente. Não é qualquer um que se vai lançar contra isto, porque sabe que vai estar a ser medido."

Mesmo neste cenário, o músico garante que os verdadeiros portistas "querem participar", com um objetivo claro: "Querem recuperar um pouco da glória, do passado e até porque há aqui outros elementos que aparecem na imprensa, nos fóruns, nos blogues, sobre comissionismo. Os sócios querem apurar essa informação."

Por João Lopes
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