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Conceição: «Faço questão de saber com quem vivem os jogadores, se têm filhos ou não»

Técnico explica que vai ao pormenor na preparação da equipa

• Foto: Simão Freitas
Sérgio Conceição fez um apanhado da época que terminou com o título nacional para o FC Porto, começando por salientar em entrevista ao Porto Canal o apoio dos adeptos, passando depois pela intensidade colocada na equipa e terminando com a evolução de Marega.

Apoio das bancadas

"Eu tento ser o mais frio e racional possível. Não é fácil sentirmos isso. Este ano foi um ano fantástico no que toca ao adepto… A maior assistência de sempre no Dragão e isso é fantástico. Nós sentimos quando as coisas não estão tão bem que essa vontade e esse envolvimento com o que vinha de fora ajuda. Sou uma pessoa que vive muito o jogo, a vitória, a paixão pelo futebol e por um clube que nos diz muito. Nesta parte final fui mais choramingas do que o normal mas sou pai de família e faz parte."

Intensidade máxima

"No futebol moderno uma equipa que não seja agressiva, que não tenha bem definido o que tem no processo defensivo… Ser agressivo não é só roubar a bola. Temos de rematar com convicção, cruzar no momento certo e corretamente, esse ritmo alto no jogo é fundamental numa equipa moderna que gosta de ganhar. Mas não basta essa vontade. É preciso trabalhar isso e conseguimos. Em 34 jornadas estivemos 32 no primeiro lugar. Trabalhámos bem a intensidade da nossa equipa. Ir ver um treino do FC Porto era fabuloso, pois havia uma competitividade muito boa, treinar no limite, pois só assim se pode jogar no limite. Claro que com os jogos traz algumas lesões, mesmo estando nós com um departamento médico fabuloso. Eu prefiro lesões por jogar sempre em alta rotação do que sermos mais apáticos, mas as lesões acabam por aparecer na mesma."

Brahimi voltou a jogar com regularidade este ano

"Tem a ver com tudo… Um contexto em que toda a gente é importante. A conversa com os jogadores é importante, o seu acompanhamento privado… A minha equipa técnica está sempre muito perto da vida deles dentro e fora do Olival. Acompanho. Faço questão de saber quem é quem, com quem vive, se tem filhos, se não… Vou ao pormenor porque isso é que é acompanhar. Deixo isso claro no início de época. No fim agradecem pois saem melhores atletas e, por vezes, melhores jogadores e homens. E isto é obra de todos."

Balneário

"Um adjunto disse-me que encontramos menos humildade em clubes mais pequenos e este grupo não. Muito humilde. E envolvemos toda a gente num ambiente fantástico, o que nos permitiu ter um grande grupo. A roda não foi planeada, foi genuína, natural… Eu, mas principalmente os jogadores, trabalharam nesse sentido. Houve problemas, claro, são 27 jogadores, um treinador que não é fácil e uma equipa técnica exigente. Para cada dificuldade encontrámos uma forma de nos superarmos."

Evolução de Marega

"Conhecia-o desde o Marítimo. Quando estava no Nantes indiquei-o como reforço. É um jogador que tem características que gosto porque tem essa potência, essa intensidade de jogo. Quando ouvi que ele era só de transição eu ri-me... A velocidade pode ser de 30 metros ou de 10 metros e como treina para a potenciar. O Marega teve muito mérito a aceitar trabalhar aquilo que nos achávamos que ele deveria trabalhar. Grande parte do mérito é dele."
Por André Monteiro
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