Deco, o eterno mágico

Faz hoje 20 anos que foi apresentado no FC Porto. Um génio que ficou para a história

• Foto: Arquivo/Paulo Esteves

"É o número 10, finta com os dois pés, é melhor que o Pelé, é o Deco, allez, allez", cantaram durante muitos anos os adeptos portistas, em homenagem àquele que muitos consideram um dos melhores jogadores da história do clube. O Mágico faz parte da memória azul e branca e ficou também imortalizado no Museu do FC Porto, com uma estátua que o identifica como um dos elementos do melhor onze dos dragões, ao lado de históricos como Vítor Baía, João Pinto, Aloísio, Rabah Madjer, Paulo Futre ou Fernando Gomes.

Uma magia que começou faz hoje 20 anos, dia em que Deco se sentou na sala de imprensa do Estádio das Antas para ser apresentado como reforço do FC Porto. Tinha 21 anos e trazia no currículo uma passagem fugaz pelo Benfica e experiências no Alverca e no Salgueiros, onde chegou já com a promessa de se transferir para o vizinho da Invicta.

Já na altura se via ali um talento imenso e foi por isso que Pinto da Costa apostou de forma decidida na sua contratação, ainda a tempo de o ter disponível para ajudar à conquista do penta. Deco estreou-se a 10 de abril de 1999 e até ao final dessa época fez mais cinco jogos. Foi o início de uma longa e feliz caminhada com a camisola do FC Porto, que culminou com uma Liga dos Campeões, uma Taça UEFA, três campeonatos, três Taças de Portugal e duas Supertaças Cândido de Oliveira, num total de 229 jogos e 48 golos. A festa de despedida do futebol, como não poderia deixar de ser, foi no Estádio do Dragão, em julho de 2014.

Por Rui Sousa
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