Do suspense ao descarregar de adrenalina: a história do golo da vitória do FC Porto

Entre o minuto 113 e o 118 viveu-se de tudo um pouco no Dragão

• Foto: José Gageiro/Movephoto

Entre o minuto 113 e o 118 viveu-se de tudo um pouco no Dragão. Do suspense de uma decisão do VAR às duas explosões de alegria consecutivas, primeiro para festejar o penálti assinalado e depois o facto de Alex Telles o ter convertido. Pelo meio, muitos nervos antecederam o remate do lateral. Mas vamos por partes.

Primeiro, os protestos portistas, sobretudo de Fernando Andrade, que sentiu na pele o agarrão de Florenzi e rapidamente correu para o árbitro a pedir penálti. Depois, enquanto Çakir analisava as imagens, Sérgio Conceição não resistiu e aproximou-se da zona onde o turco se encontrava. Não se sabe se viu alguma coisa, até porque o 4º árbitro retirou-o de lá.

Por fim, a festa de um golo que valeu milhões. Alex Telles tirou a camisola, Felipe pegou nela e mostrou-a aos adeptos e Pepe festejou com um... banco de madeira na mão. Tudo isto entre uma euforia tremenda, que contou com a presença de quase todos os elementos do banco de suplentes do FC Porto. Sérgio Conceição foi uma das exceções, que, apesar de também ter festejado, tratou de rapidamente limar arestas para o que faltava jogar.

Árbitro consultou o VAR e marcou penálti que valeu o apuramento ao FC Porto

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