Dragões voltam ao ataque contra arbitragem: entre "cenas macacas" e "batota sem fim"

Erros que "penalizam sempre a mesma equipa"

• Foto: Hugo Monteiro

Depois de Pinto da Costa se ter insurgido na segunda-feira, após a vitória do FC Porto frente ao Chaves (2-1) contra a arbitragem, a 'Dragões Diário' de hoje, newsleterr dos azuis e brancos, volta ao tema com duras palavras contra o trabalho de Vasco Santos num jogo que terminou... num "3-1".

"O FC Porto venceu o Chaves por 3-1, embora para os registos vá constar apenas 2-1 (...). André Silva (não contou), Depoitre e Danilo fizeram os três golos do FC Porto, num jogo em que o Chaves se apanhou a ganhar depois de um remate aos trambolhões sobrevoar Casillas, que nada podia fazer. Os Dragões fizeram um grande jogo, em crescendo, frente a uma boa equipa, embora muito dura, que é o Chaves, e frente a uma outra, liderada por Vasco Santos, que acabou por ser o maior adversário, porque às sucessivas interferências os nossos jogadores nada podem fazer a não ser continuar a lutar, como fizeram, sempre com o apoio dos adeptos", pode ler-se no boletim desta terça-feira.

E prosseguem, sublinhando "o que está a ser uma constante neste campeonato, com prejuízo colossal para o FC Porto". "Só para falar dos lances mais importantes, foi anulado mal um golo a André Silva, por alegado fora de jogo. André Silva estava em jogo, o FC Porto na altura estava a perder, mas o árbitro assistente não teve dúvidas e levantou a bandeirinha para anular o golo. Nos lances de fora de jogo - e só nesses - a instrução é que em caso de dúvida se beneficie o ataque, pelo que se conclui que o assistente não teve dúvidas. Se teve a certeza que o lance era ilegal deve ser castigado e retirado das competições profissionais, por adulterar a verdade desportiva. Logo a seguir, Maxi Pereira foi abalroado por um adversário que nao saltou na vertical para disputar a bola, mas sim para cima do nosso jogador, derrubando-o, ficando mais um penálti por assinalar. Se Vasco Santos acha que este género de lances não deve ser assinalado então também tem de ser castigado e retirado das competições profissionais. Isto para não falar das incontáveis faltas e excesso de dureza permitida ao adversário, para além da cena macaca de ver o outro assistente a correr a dar uma bola aos flavienses quando os nossos jogadores lhes fizeram provar o veneno da queima de tempo".

"Urge o Conselho de Arbitragem pronunciar-se, sob pena de ficar cúmplice de uma batota sem fim. A Federação Portuguesa de Futebol anunciou ontem um contrato com uma empresa para combater a viciação de resultados nas competições não profissionais, mas o problema está mais acima, em plenas competições profissionais. Toda a gente com um mínimo de bom senso aceita os erros de arbitragem como uma inevitabilidade, mas ninguém compreende que os erros penalizem sempre a mesma equipa", conclui-se.

Por Sofia Lobato
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