Francisco J. Marques confessa-se arrependido por ter intitulado o livro de "O polvo encarnado"

Que escreveu em coautoria com Diogo Faria, comentador do Porto Canal

• Foto: Ricardo Jr

Francisco J. Marques confirmou esta quarta-feira em tribunal que apenas ele e Diogo Faria "tinham acesso a um computador que se encontrava numa sala fechada" e disse-se "arrependido" por ter intitulado o livro que ambos escreveram de "O polvo encarnado", preferindo hoje chamar-lhe "A teia do poder encarnado". Da venda do livro, entre 2017 e 2018, disse ter ganho "cerca de 3.500 euros".

O diretor de comunicação do FC Porto foi hoje ouvido em declarações na quinta e última sessão no Juízo Central Cível do Porto do processo movido pelo Benfica. "Estamos aqui sentados por o Benfica achar que o FC Porto fez espionagem, quando era o Benfica que o fazia", acusou.

Por acordo entre o tribunal e os advogados das partes, foi estabelecido o prazo de 10 dias para apresentação por escrito das alegações orais. Decorrido o referido prazo, e não ocorrendo circunstâncias anómalas, será proferida sentença 30 dias após a secção de processos concluir os autos. Será feito um comunicado de imprensa após a comunicação da sentença às partes.

Por Record com Lusa
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