Layún, suplente de mão-cheia

Reúne condições para ameaçar o estatuto dos dois companheiros de equipa

• Foto: Movenoticias

Tendo em conta as opções tomadas na primeira metade da temporada, Maxi Pereira e Alex Telles são os laterais preferidos de Nuno Espírito Santo. Ainda assim, Layún, defesa com provas dadas no FC Porto, reúne condições para ameaçar o estatuto dos dois companheiros de equipa. Para já, e face aos problemas físicos que tem atravessado, esta é uma tentativa de resgate que se encontra em suspenso; no entanto, os números atuais do jogador, mesmo na condição de suplente, são reveladores da sua capacidade para se intrometer nas opções iniciais.

Para se perceber o papel secundário que o mexicano, de 28 anos, tem desempenhado em 2016/17, basta dizer que só foi titular de forma consecutiva durante a conhecida lesão de Maxi Pereira. Nesse período colecionou dois golos, um em Roma, na mesma partida em que o uruguaio se magoou, e outro em Bruges, na importante vitória por 2-1 sobre os belgas. Além dos tentos, ambos em jogadas de contra-ataque, soma três assistências, todas no campeonato: uma para André Silva (Estoril, em jogada de bola corrida), outra para Felipe (Sporting, na cobrança de um livre) e para Diogo Jota (Nacional, também em jogada de bola corrida).

Assim se percebe que, mesmo sem grande peso das bolas paradas e usufruindo principalmente de um estatuto de suplente utilizado, Layún acumule já cinco ações diretas para golos do FC Porto, apenas menos uma do que Maxi e Alex Telles contabilizam juntos.

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