Marchesín: «Substituir Iker foi o grande desafio da minha carreira»

Guarda-redes não esconde admiração pelo colega espanhol

• Foto: Paulo Calado

Marchesín chegou ao FC Porto para tomar o lugar de Iker Casillas, naquele que foi, para o argentino, o "maior desafio" da sua já longa carreira. O guarda-redes, de 32 anos, passou a sua vida em revista numa entrevista, via Instagram, ao canal argentino TyC Sports e, claro, a sua relação com o 'monstro' das balizas espanhol não passou em claro.

"O Iker Casillas era o meu ídolo como guarda-redes. Substituí-lo foi o grande desafio da minha carreira. Foi algo único. Gostava que não tivesse sido pelos motivos que foi, mas ele é um guerreiro e passa-nos muita força. Peço-lhe muitos conselhos e ele é uma pessoa excecional. Tenho um respeito e um carinho muito grande por ele, tem uma humildade tremenda. É uma excelente pessoa e continuámos a vê-lo no dia a dia", atirou Marchesín, não escondendo total felicidade por ter escolhido o FC Porto: "Foi um passo muito acertado, ainda por cima com a minha idade. Não podia estar mais contente. Fui bem integrado, gosto do clube, das gentes da cidade."

Sobre o percurso da equipa esta época, o camisola 32 admitiu que o campeonato acabou por parar numa altura em que o FC Porto respirava saúde. "Fizemos uma 1.ª volta muito boa, mas acabámos a sete pontos do Benfica. Na 2.ª ronda recuperámos e estamos um à frente deles. Esta paragem chegou no nosso melhor momento. Oxalá possamos conquistar o título quando voltarmos", referiu Marchesín, admitindo que não tem sido fácil este período em casa, longe dos companheiros: "É estranho, claro, mas, se treinares, sempre passa mais rápido o dia. Procuro passar o tempo, quando o meu filho deixa, que está sempre a meter-se no meio e a querer brincar. Até ele estranha eu estar tanto tempo em casa. Aproveito para estar com a família, dentro de todo o mal, tem essa parte de positivo."

Por fim, Marchesín falou sobre as suas ambições na seleção argentina. "Tento não pensar muito na seleção. Claro que quero ser chamado, quando me tocou ir desfrutei e sinto-me parte do processo de Scaloni. Tenho vontade de continuar a ser chamado, logo que tudo isto passe", finalizou.

Por José Miguel Machado
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