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Pedro Emanuel, Maniche e Paulo Ferreira apresentados

SURPRESAS NA DESPEDIDA

Pedro Emanuel e Maniche foram as prendas que Pinto da Costa guardou para a comemoração dos 50 anos do Estádio das Antas. Os jogadores foram apresentados no final do jogo com a selecção de Angola na companhia de Paulo Ferreira. O intervalo foi palco de várias homenagens e do espectáculo multimédia que revisitou os melhores momentos da história portista
Pedro Emanuel, Maniche e Paulo Ferreira apresentados • Foto: Paulo César
Pinto da Costa inverteu a tradição. Como esta temporada não tinha surgido qualquer novidade no dia da apresentação, esmerou-se no sentido de causar surpresa no dia da festa que marcou o encerramento da época. Pedro Emanuel e Maniche foram as prendas nos 50 anos do Estádio das Antas.

O ingresso destes jogadores no FC Porto já há algum tempo vinha sendo dado como certo, mas mantinha-se a expectativa sobre o momento que os dragões iriam escolher para tornarem pública a sua opção de contratarem um ex-boavisteiro e um ex-benfiquista. Os quais, estando em final de contrato, podem passar a vestir de azul e branco sem obrigar ao pagamento de qualquer indemnização.

Igualmente apresentado foi o jovem Paulo Ferreira, um internacional sub-21 que o FC Porto foi buscar ao V. Setúbal. Uma contratação já conhecida e oficial, mas sem que o jogador tivesse a oportunidade de tomar contacto com a realidade azul e branca. Foi o que fez ontem, na companhia dos novos colegas Pedro Emanuel e Maniche, assistindo ao jogo na Tribuna VIP.

A noite foi também de homenagens. Aos jogadores ainda vivos que estiveram nas Antas, há 50 anos, a defender as cores portistas. A João Pinto, que jogou por 318 vezes no reduto dos dragões. A treinadores que ficaram na história, como Artur Jorge, Tomislav Ivic e Fernando Santos. Não faltou ainda a evocação da memória de jogadores falecidos, como Pavão e Rui Filipe.

O espectáculo multimédia baseou-se na história do Estádio das Antas para atravessar as últimas cinco décadas da vida azul e branca. Um esforço realizado pelo clube e que merecia a presença de mais de dez mil espectadores, tendo a transmissão televisiva atenuado a sensação de frustração que seguramente ficaria nos autores da ideia.

Quanto à reactivação da amizade com Angola, depois dos acontecimentos de Alvalade, a missão foi plenamente cumprida. Algumas centenas de angolanos marcaram presença na bancada lateral e não esconderam o seu entusiasmo. No final, mais uma sessão de fogo de artifício e a entrega do prémio de melhor jogador a Derlei.
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