Pinto da Costa e a dobradinha: «Em janeiro último estávamos falidos e mortos»

Presidente do FC Porto critica os "papagaios e cartilheiros"

Jorge Nuno Pinto da Costa voltou a tecer duras críticas a todos os que, na sua ótica, tentaram fazer um funeral antecipado ao FC Porto. Através da sua página na revista Dragões, o líder dos azuis e brancos fez mira a todos os "papagaios" e "cartilheiros" que davam os portistas como "falidos e enterrados" em janeiro "último", sublinhando que foi essa conjuntura que tornou esta uma das épocas mais difíceis da história do clube.

"Se bem nos recordamos, em janeiro último estávamos falidos e mortos nas opiniões de diversos papagaios e cartilheiros instalados em quase todos os meios de comunicação clássicos. Opiniões essas quase sempre articuladas com notícias falsas semeadas nas redes sociais. Foi, de resto, este poderoso aparelho de propaganda, acolhido pela maioria dos meios de comunicação social, esses sim falidos e desesperados por não importa quais audiências, que em janeiro deram o nosso treinador de malas aviadas. Não é fácil encontrar na história do FC Porto uma época como esta última, em que tivemos mesmo de ganhar contra tudo e contra todos. Pela simples razão de que nunca como agora tantos boatos foram promovidos à categoria de notícia e de notícia falsa a comentário sem vergonha", apontou Pinto da Costa, asseverando as críticas.

"Costumamos dizer em referência ao jogo em si mesmo que há três equipas em campo, as que se defrontam e a de arbitragem. Esta época houve uma quarta equipa que participou: a dos cartilheiros. Essa equipa, desprovida da menor pinga de ética, tentou, semana a semana, criar a ideia de que o FC Porto estava arredado dos títulos em disputa. Como se enganaram! Dragões Juntos foi, e será sempre, muito mais do que uma frase motivacional. Foram os Dragões Juntos que, cerrando ainda mais as fileiras, transportaram em ombros a nossa equipa à porta do Dragão, à porta do hotel, nas bermas das estradas, à janela de casa. Foi, sem dúvida, uma viagem muito bonita, inscrita na nossa história com suor e lágrimas. De dor e depois de alegria. E sempre no cumprimento das regras impostas pelas diversas fases de um outro combate, o da pandemia. Por tudo isto, esta dobradinha deu-nos um prazer imaculado", concluiu.

Por Pedro Morais
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