Pinto da Costa faz 80 anos: Crise sem paralelo estimula superação

UEFA apertou o cerco no âmbito das regras do fair-play financeiro

A imposição de um escrutínio apertado por parte da UEFA, no âmbito das regras do fair-play financeiro, colocou a SAD do FC Porto numa situação de crise sem paralelo no seu historial. Perante a gravidade da acumulação de prejuízos, o caso mais grave neste departamento, o da penhora da retrete do Estádio das Antas, acaba por ser apenas um mero episódio ridículo sancionado pelo então ministro das Finanças, Eduardo Catroga, por dívidas ao Fisco em 1994.

O FC Porto está obrigado a regenerar a sua gestão ao ponto de corrir um défice crónico, suavizado pelas receitas com as vendas de passes de jogadores, ao ponto de apresentar resultados equilibrados até 2020. Na desenvoltura diária, o jugo da UEFA quase não se faz sentir porque, em virtude dos contratos televisivos assinados com a Altice, tem sido possível antecipar receitas até uma entrada global de 91 milhões de euros, segundo os últimos números.

Por outro lado, o futebol praticamente não teve reforços. A chegada de Vaná foi insignificante tanto nas contas como no contributo desportivo, pelo que foi necessária improvisar.Sérgio Conceição transformou em craque jogadores que não tinham lugar nos planos, como Marega ou Aboubakar. Uma linha que terá de continuar a ser trilhada a par da aposta na formação.

Por Vítor Pinto
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