Pinto da Costa: «Herrera pediu 6,2 milhões de euros»

Presidente justificou a saída a custo zero do mexicano e de Brahimi

• Foto: Peter Spark / Movephoto

Pinto da Costa respondeu aos seus concorrentes às eleições do FC Porto, que o têm criticado por ter deixado sair Herrera e Brahimi a custo zero. O presidente lembrou que as exigências financeiras feitas pelos jogadores estavam fora do alcance da SAD, np caso de Herrera eram 6,2 milhões de euros/anuais.

"É fácil falar de jogadores que saíram a custo zero. Dois anos antes de acabar o contrato, o Herrera, no tempo do Nuno Espírito Santos, era persona non grata para os sócios do FC Porto. O FC Porto se calhar perdeu o campeonato depois de o Herrera ter cedido um canto no último minuto e permitiu ao Benfica empatar o jogo. O Herrera até tinha dificuldades em sair à rua. Com a vinda do Sérgio Conceição, ele recuperou o Herrera, que passou de desejado a aceite, a estimado, e depois a querido. Dois anos antes, tentámos renovar contrato com ele, mas o Herrera pediu 6,2 milhões de euros, 3 milhões net. Acha que o FC Porto poder atingir esse nível salarial? Tentámos que baixasse, mas não conseguimos. Tentámos vendê-lo, só que nenhum clube estava interessado nele nessa fase. Então tivemos de optar entre utilizar o jogo ou dar-lhe 6,2 milhões de euros, o que é impraticável. Quanto ao Brahimi, não chegámos a apresentar uma proposta concreta, porque sabíamos que era impossível. Para se vender um jogador, é preciso ter um jogador para vender e ter comprador, mas nem num caso nem noutro havia compradores"

Por Rui Sousa
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