Sérgio Conceição: «Tenho atravessada a Taça de Portugal»

Revelou objetivo especial

• Foto: MoveNotícias

Sérgio Conceição assumiu uma vez mais que teve convites para deixar o FC Porto neste verão, mas a vontade de continuar a vencer no Dragão falou mais alto. Há objetivos para cumprir, em especial um que não lhe sai da mente. "Voltar a ganhar o campeonato, irmos um pouco mais longe na Liga dos Campeões, e há uma competição que eu tenho atravessada, que é a Taça de Portugal", revelou Sérgio, numa entrevista à revista ‘Cristina’ que é hoje publicada, lembrando-se da derrota pelo Sp. Braga na final frente ao Sporting, em 2014/15, e a eliminação na meias-finais da época passada, novamente diante dos leões, já no comando do FC Porto.

Treinador do FC Porto na capa da revista 'Cristina'
Quanto às abordagens de outros clubes, elas foram reais: "Houve situações em que houve convites, aproximações, não sei como hei de chamar-lhes, mas a minha vontade era ficar no FC Porto, porque acho que ainda há alguma coisa para fazer."

Na mesma conversa, o técnico dos dragões foi questionado sobre a sua relação com Pinto da Costa e a resposta foi curiosa e ao mesmo sintomática da sua capacidade de liderança. "A minha relação é boa, muito boa desde miúdo. Quem é que manda? O presidente manda no clube, eu mando no balneário. O balneário é do treinador, o clube é do presidente", vincou, entre risos, garantindo um bom entendimento a todos os níveis com o líder portista: "Entendemo-nos bem. No Olival sou eu que tenho de controlar, se não for assim não consigo trabalhar."

O técnico assumiu que detesta perder e tem um "feitio meio chato". Isso tem a ver com "a exigência de ser melhor diariamente e ir ao limite" para conseguir ganhar.

Existem regras para os jogadores

A exigência que Sérgio Conceição coloca no trabalho implica regras e os jogadores estão sujeitos a um natural controlo. O risco não pode ser pisado: "Existem castigos, regras que os jogadores têm de cumprir. Uma equipa de futebol é complicada, existem 25, 26 jogadores e cada um com os seus objetivos, cada um a querer ser protagonista, cada um a querer levar a água ao seu moinho. Para formar uma verdadeira equipa, com um espírito solitário, que seja competitiva naquilo que é o trabalho diário, que são muitas horas, é necessário que eles estejam focados para corrigirmos certas situações."

Por Rui Sousa e André Monteiro
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