Sintonia pelo filão português

Cultura de clube e estabilidade

• Foto: Manuel Araújo

Um dos pontos que aproxima também as diretrizes da administração das ideias técnicas passa pela necessidade de conferir uma maior estabilidade ao plantel, alicerçando a sua coesão em jogadores nacionais e, de preferência, conhecedores da cultura do FC Porto.

"A política de futuro tem de ser esta: há um grande negócio, há um jogador que tem uma grande oportunidade ou há um jogador que, se sair, temos alternativa... pode sair. Não pode ser: sai um, saem dois, três, quatro e pronto, já podemos pagar as contas sem problemas. A mudança de política tem de passar pela estabilização. Construir uma equipa para ganhar e ficar, e não para ganhar e partir", referiu Pinto da Costa, na sua mais recente entrevista ao Porto Canal.

A ideia promete reforçar o filão português no plantel, algo que, relativamente ao onze, conheceu na última partida um pico único nos últimos tempos, com cinco jogadores nacionais a iniciarem a partida frente ao Nacional, três deles formados no clube. "Aqueles que não sejam os portugueses de valor, com mística, têm de acrescentar alguma coisa ao virem para o FC Porto. Têm de, à partida, preencher logo um lugar", disse ainda Pinto da Costa sobre o tema.

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