Tiago Lenho assume vontade na renovação de Vítor Oliveira

"Não seríamos inteligentes se não houvesse esse passo de convidar o mister a continuar", registou o diretor desportivo do Gil Vicente

• Foto: Nuno Fonseca

Tiago Lenho, diretor desportivo do Gil Vicente, esteve esta manhã em direto no Facebook do clube, respondendo a uma série de questões dos adeptos e jonalistas.

Entre os mais variados assuntos, Tiago Lenho reconheceu que o caminho óbvio é o clube avançar para a renovação do contrato de Vítor Oliveira, salientando que o Gil Vicente é agora olhado com outros olhos, depois de um início complicado, em função do plantel novo que foi preciso construir.

Eis algumas das questões mais relevantes:

- Sabendo-se que Vítor Oliveira só assina contratos de uma época, já se pode saber se houve conversações para a sua renovação com o Gil Vicente?
- É verdade que o mister já assina contratos de uma época. Tem gerido assim a sua carreira e com os bons resultados que se conhecem, pois o seu sucesso está à vista de toda a gente. Obviamente que ao atingirmos os nossos objetivos não seríamos inteligentes se não houvesse esse passo de convidar o mister a continuar. Temos de reconhecer o seu trabalho e tudo até o que ele já nos deu enquanto ser humano, pelo que fará todo o sentido convidarmos o mister a renovar o seu contrato. Apontamos conversar apenas sobre isso quando o nosso grande objetivo, que é obviamente a permanência, estiver matematicamente definido e não vamos apontar já metas pontuais para isso, até porque o mister também não o faz. É uma conversa que vamos certamente ter quando a manutenção estiver efetivada, até porque será do interesse do Gil Vicente continuar com alguém que cumpre os seus objetivos e que tem a força e o impacto que tem na equipa e de alguma forma também no futebol português.

- Como analisa essa influência de Vítor Oliveira no sucesso deste projeto?
- Completamente decisivo, como é óbvio. O mister foi importantíssimo no que tem sido a nossa caminhada. É alguém reconhecido por toda a gente no futebol português e, mais do que isso, é alguém que é respeitado por todos. Quando fala sobre algum assunto, todos o assumem como verdade, pois fala sempre de uma forma assertiva e correta. A sua experiência foi fundamental num plantel em que quase 90 por cento dos jogadores não conhecia a realidade do futebol português. Teve um papel fundamental para fazer ver ao grupo que tinha qualidade para conseguir os seus objetivos. Tem sido uma grande honra e um privilégio trabalhar com ele.

- Dos jogadores que acabam contrato esta época, já avançaram para alguma renovação? Vai haver uma nova revolução no plantel?
- Claro que não contamos com a revolução da época passada. Obviamente tem de haver entradas e saídas, como é normal, mas já temos 15 jogadores com contrato e já há uma base que não havia há um ano. Vamos esperar que dentro dos que terminam contrato, pelo menos dois ou três serão para continuar e estamos a falar sobre isso com eles. Também estamos a aproveitar esta fase em que temos de estar em casa para ver muita coisa e analisar jogadores que estão em cima da mesa como possíveis contratações. Claro que temos vários empréstimos em que possivelmente os jogadores não vão continuar connosco, mas nunca haverá uma revolução como que já tivemos. Essa já foi suficiente e foi um processo que nos deu grande prazer, mas ao mesmo tempo muito trabalho, como devem imaginar.

Por António Mendes
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