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Benfica: Sexto sentido de Enke

DESEMPENHO DA EQUIPA FRENTE AO MARÍTIMO

Ao defender uma grande penalidade, logo aos dez minutos, o alemão Robert Enke salvou sábado o Benfica de sair derrotado do Funchal, naquele que foi o momento-chave da partida. Numa exibição frouxa, ficam apenas as boas indicações dadas pelos novos reforços, o chileno Uribe e o grego Machairidis

ANDRADE - Em termos defensivos, com mais ou menos dificuldades, não comprometeu. O pior foi mesmo no apoio ao ataque, onde nunca conseguiu subir para apoiar. Do outro lado, Lino exemplificava como um lateral deve jogar...

PAULO MADEIRA - Uma primeira parte onde patenteou alguma intranquilidade, face às movimentações de Sumudica e Toedtli. No reatamento surgiu mais concentrado, acertando com o tempo das marcações.

RONALDO - Toedtli caiu sempre mais na sua zona de jurisdição, No cômputo geral, não se saiu mal, apesar de alguns deslizes na primeira parte, mas sem consequência de maior para a baliza de Enke. Acabou por ter de sair aos 69 minutos, por lesão.

BRUNO BASTO - Só na segunda parte protagonizou alguns lances à linha, embora sempre de forma pouco esclarecida. Mas durante a maior parte apanhou pela frente com um endiabrado Lino. Aos 9 minutos o árbitro perdoou-lhe o vermelho, no lance que originou a grande penalidade a favor do Marítimo.

CALADO - Uma exibição discreta do médio benfiquista. Movimentou-se muito em zonas defensivas, raramente saindo para o ataque. Esteve desastrado no passe, nunca conseguindo impor o ritmo ao jogo dos encarnados.

URIBE - O chileno estreou-se como titular do Benfica na I Liga. Uma estreia positiva, a deixar boa imagem. O melhor do Benfica - que foi pouco - passou sempre pelos pés de Uribe que esteve no último lance de perigo dos encarnados em todo o jogo: um livre bem marcado na esquerda direitinho para Machairidis cabecear ao lado.

POBORSKY - Melhorou um pouco na segunda parte onde finalmente teve alguns rasgos pela direita, mas sempre sem criar grande perigo para a baliza do Marítimo.

MANICHE - Uma noite de pouca inspiração. Tal como a asa direita, também a esquerda do Benfica não voou ontem. Aos 20 minutos, após lance confuso, na grande área, desperdiçou uma ocasião de marcar. Viu um amarelo que o afasta do próximo jogo, na Luz, com o Rio Ave.

KANDAUROV - Protagonizou o primeiro lance de perigo do Benfica, logo aos dois minutos, quando se isolou diante Van der Straeten, mas o remate saiu-lhe ao lado. Durante o primeiro tempo andou desaparecido do jogo, dando sinal de vida no reatamento, mas nada de especial. Com a substituição de Maniche passou para o lado esquerdo, e acabaria por sair aos 85 minutos dando lugar a Tote.

NUNO GOMES - Jogou sempre muito sozinho entre os centrais do Marítimo. Poucas vezes servido em condições, não teve um único lance para tentar a finalização, e recuou muitas vezes ao meio-campo para ir buscar a bola.

MACHAIRIDIS - Rendeu Ronaldo, indo ocupar o lugar do central brasileiro. Nos vinte minutos que esteve em campo o grego mostrou ser um bom jogador. Tem presença e autoridade. E podia mesmo ter dado a vitória ao Benfica, quando num livre de Uribe, na esquerda, surgiu sozinho na área e cabeceou frouxo, ao lado.

CHANO - Substituiu Maniche, aos 70 minutos. Foi jogar atrás de Nuno Gomes. O espanhol entrou bem, a tentar levar o Benfica ao golo.

TOTE - Entrou, aos 84 minutos, para o lugar de Kandaurov, no cair do pano. Nada a registar.

GOMES FERREIRA

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