Carlos Pereira: «Um estádio não é um velório nem uma missa...»

Presidente do Marítimo crítico com atuação dos orgãos disciplinares

• Foto: Hélder Santos

O presidente do Marítimo mostra-se crítico da atuação do Conselho de Disciplina da FPF e do IPDJ, face aos recentes castigos que têm sido aplicados aos clubes. Incluíndo o Marítimo, alvo de mais uma multa pelo comportamento de um adepto no último jogo com o Chaves. Carlos Pereira tem-se batido por uma visão contrária da questão disciplinar nas reuniões do G-15.

"A culpa não é das pessoas, nem dos clubes, mas da justiça e de quem superintende, ou seja objetivamente do IPDJ. Que, em vez de punir o infrator, pune os donos das casas frequentadas por esses mesmos infratores. Hoje em dia, com as câmaras de video-vigilância dos estádios, era perfeitamente possível retirar do espetáculo o incendiário. Se não começarmos pela causa específica, penalizando o infrator, nunca mais chegaremos a lado nenhum. A não ser que o IPDJ, a Liga ou a FPF estejam mais interessados em multas que propriamente no espetáculo desportivo", assinalou.

Carlos Pereira não tem dúvidas: "Um estádio não é um velório, nem uma missa, mas sim uma festa para todos, devidamente controlada pela segurança", disse, salientando depois: "São os clubes, de forma direta, e não a Liga ou qualquer outra entidade, que têm de intervir junto do Secretário de Estado do Desporto para propor alterações a determinadas regras, que não beneficiam em nada o espetáculo. Os incendiários estão referenciados e é fácil impedir que entrem num estádio", notou.


Por Gonçalo Vasconcelos
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