Desafio é manter a baliza inviolável

Número de golos sofridos preocupa

• Foto: Hélder Santos

Nunca como esta época o Marítimo sofreu tantos golos. Em 36 anos de participação no primeiro escalão, já foi batido o pior registo defensivo de sempre, isto a duas jornadas do fim: 59 golos, mais seis do que a anterior marca, que foram os 53 da época de 1995/96. O desafio para amanhã é não sofrer (mais) golos, perante um Benfica que tem o melhor ataque do campeonato – 82 marcados, seis deles aos madeirenses na primeira volta.

Apenas em cinco jogos desta Liga o Marítimo conseguiu sair a zeros, já que nas restantes 27 partidas sofreu uma média de quase dois golos por jogo (1,84).

Esta marca não se explica apenas pelo rendimento do sector mais recuado, pois o processo defensivo funciona como um todo, mas não deixa de ser curioso que os verde-rubros já apresentaram 8 duplas de centrais diferentes e uma vez apostou em 3 centrais. Alterações que se explicam, sobretudo, pelas sucessivas lesões e castigos, mas também por opção técnica. A dupla mais utilizada tem sido formada por Dirceu e Maurício, este contratado em janeiro ao FC Porto B: completou 8 jogos e nesse período o Marítimo sofreu 10 golos. A próxima missão da segunda pior defesa da Liga (o Belenenses tem 63) é travar Jonas e Mitroglou.

Três centrais?

Dirceu e Maurício devem ser novamente a opção de Nelo Vingada para a receção aos encarnados, se bem que subsista a dúvida se o técnico não pode apostar em três centrais. O facto de o Benfica jogar com dois pontas-de-lança joga a favor desta teoria e, nesse contexto, seria quase certo o regresso de Deyvison. O brasileiro não é titular desde o dérbi com o União da Madeira, a 16 de janeiro.

Por Gonçalo Vasconcelos
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