Preparador físico do Marítimo diz que conhecimento do atleta ajuda na prevenção de lesões

Ricardo Henriques realizou uma palestra em direto na página oficial de Facebook do clube

• Foto: DR Record

O preparador físico do Marítimo, Ricardo Henriques, afirmou esta segunda-feira que um melhor conhecimento do atleta e das suas limitações é benéfico para um melhor trabalho na prevenção de lesões, existindo fatores físicos e mentais.

"Se queremos obter um melhor rendimento e prevenir lesões, temos que submeter os atletas a testes físicos, para os conhecer de uma forma ampla, conhecer o atleta individualmente, o historial de lesões, analisar o padrão de movimento e, a seguir, desenvolver um trabalho, a partir das suas limitações, para maximizar a sua performance", defendeu, numa palestra realizada em direto na página oficial de Facebook do clube madeirense.

De acordo com o elemento da equipa técnica 'verde rubra', liderada por José Gomes, existem vários fatores fundamentais a ter em conta para conseguir evitar problemas físicos.

"Não entrar em sobrecarga, os níveis de hidratação, a recuperação, o número de horas de sono, a alimentação, a suplementação, os níveis de 'stress' e o descanso", enumerou.

O 'stress' ganha influência no momento atual, de quarentena, devido à pandemia de covid-19, e Ricardo Henriques acredita que, por estarmos em casa, os níveis aumentam e o risco de lesão também, porque "a musculatura está muito mais tensa".

Questionado sobre quais as áreas e exercícios recomendados a treinar nesta fase de isolamento social, o preparador físico dos madeirenses deixou uma recomendação.

"Os jogadores devem fazer um trabalho diário, com exercícios baseados em força e na parte aeróbia. Se o jogador tinha, ao longo da época, algum desequilíbrio muscular, deve aproveitar para trabalhar no reequilíbrio", disse.

O preparador físico do Marítimo alertou que o futebol atual está "mais rápido e exigente", justificando com dados como o aumento do número de passes e de 'sprints' por minuto, e, como tal, defende que "não se pode treinar como se fazia há uns anos".

A importância de uma carga de treino "alta, mas de forma correta", do equilíbrio muscular, e de trabalhar desde a vertente física até à própria visão, para melhorar a amplitude do jogador e Ricardo Henriques falou também no trabalho da formação, que merece muito cuidado.

Por Lusa

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