Rescisão de Daniel Ramos está iminente

Voltou à Madeira para resolver o impasse e Carlos Pereira definiu o valor para sair

• Foto: Rui Silva

Deve estar por horas a cessação do vínculo contratual entre Daniel Ramos e o Marítimo, que termina em 2019. O técnico regressou ontem à tarde ao Funchal, mas ainda não se reuniu com Carlos Pereira, o que deve acontecer nas próximas horas.

O presidente verde-rubro já tinha dito, ontem de manhã, que queria resolver tudo esta semana, sob pena de não aceitar mais negociações. "Reunimo-nos na segunda-feira antes da assembleia geral da Liga, mas a conversa durou pouco. O Marítimo tem vontade que o Daniel continue; e o Daniel tem vontade de sair pela porta grande e abraçar um novo projeto. É perfeitamente legítimo. No entanto, é preciso não esquecer que pagámos ao Santa Clara para ele vir, pelo que o seu futuro clube tem de ressarcir o Marítimo", repetiu Carlos Pereira, revelando: "Para nem haver dúvidas, apresentei-lhe o termo de rescisão, nos moldes que considero bons para as duas partes e tendo atenção ao nosso relacionamento. Não querendo saber qual é o clube para onde ele vai, estipulei um valor que o Daniel terá de cumprir para se desvincular. Que fique claro que a bola está do lado dele", asseverou.

O dirigente preferia "não trocar o certo pelo incerto", mas lembra que "o cemitério está cheio de insubstituíveis". E está tranquilo quanto à sucessão. "Com certeza que há uma lista enorme de treinadores que podem substituí-lo", garantiu o líder madeirense.

Por Gonçalo Vasconcelos
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