Vítor Oliveira: «Cedidos deveriam poder jogar»

Técnico lamenta alteração que o impede de utilizar hoje Mata, Fidelis Irhene e Gleison

• Foto: Ricardo Nascimento

O treinador do Portimonense, Vítor Oliveira, defende que "os jogadores cedidos deveriam poder jogar". "É prejudicial para os atletas e para os clubes a impossibilidade regulamentar de atuarem contra o detentor do passe", afirma. Os algarvios, líderes da 2ª Liga, apresentam-se hoje frente ao FC Porto B sem três futebolistas - Mata, Fidelis Irhene e Gleison - emprestados pelos dragões.

"Estavam todos a jogar com regularidade e dois deles fazendo parte de uma asa esquerda em subida de rendimento", lamenta o técnico, que diz compreender as alterações nos regulamentos. "Infelizmente, surgiram situações menos agradáveis, com lesões duvidosas na semana que antecedia os jogos frente aos clubes detentores do passe. Isso obrigou à tomada de medidas mas, se olharmos a fundo para a questão, todos perdem com a ausência dos futebolistas nessas partidas", sustenta.

Esta tarde o Portimonense "terá uma tarefa difícil, frente a um FC Porto B de qualidade, que não está a mostrar o rendimento de outros anos mas possui uma equipa muito boa e quer rapidamente sair da posição em que se encontra".

O líder da prova "parte confiante e motivado para este compromisso", garante Vítor Oliveira. "Antevejo um duelo muito equilibrado, de elevado grau de exigência para as duas equipas. Queremos uma vitória, para mantermos a distância sobre os perseguidores e isso exigirá muito esforço, pois só correndo, jogando e trabalhando mais que o adversário poderemos conquistar os três pontos."

Por Armando Alves
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