Nuno Santos recorda lesões: «Foi uma fase de sofrimento, mas também de aprendizagem»

Extremo do Rio Ave revelou-se grato à família e ao clube

Nuno Santos cumpriu duas travessias no deserto, com duas lesões graves, a última das quais na temporada passada, mas isso não significa que encare essas fases como algo para esquecer. 

"É normal os jogadores terem lesões, temos de encarar da melhor forma. Tive duas lesões muito graves e tive que me levantar de forma rápida. O futebol é a minha vida, é o que mais gosto de fazer, é o que me faz levantar todos os dias. Temos de encarar isso da melhor forma. Esse tempo é um tempo de muita aprendizagem. Aprendemos com a lesão, aprendemos a treinar de outra forma, a ver o futebol de outra forma. A minha motivação foi a minha família. Sempre estiveram comigo, apoiaram-me, deram-me os melhores conselhos para eu me levantar todos os dias de manhã e ter motivação extra para ir treinar. Nesta última lesão foram 8 meses de sofrimento, mas só quem passa sabe o que é. Foram oito meses de aprendizagem, de força, de trabalho", apontou, antes de se revelar grato também ao Rio Ave.

"Jogar no Rio Ave é como jogar sempre em casa. É um clube que sempre me tratou bem, é um clube pelo qual tenho respeito. Já passei por muito, por lesões difíceis, e sempre me respeitou. Tenho o clube em grande consideração e vou sempre acompanhar, mesmo quando acabar a carreira", garantiu.

Por Pedro Morais
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