Pedro Amaral: «Jogar na equipa principal do Benfica é um sonho ainda vivo»

Lateral-esquerdo do Rio Ave recordou passagem pelos escalões de formação dos encarnados

• Foto: Nuno Fonseca / Movephoto

Pedro Amaral, lateral-esquerdo do Rio Ave, acalenta ainda a esperança de, no futuro, poder representar a equipa principal do Benfica. O jogador, de 22 anos, passou pelos escalões de formação das águias, desde os seus 9 anos, tendo saído no mercado de inverno da época passada para representar o Panetolikos da Grécia. 

"Sim, posso dizer que é um sonho e que está presente ainda. Estou no Rio Ave, mas é um sonho que se mantém vivo. Cresci no Benfica, grande parte da minha educação e crescimento devo ao Benfica. Por isso sim, era um sonho chegar à equipa principal. Nunca se sabe, mas não faço grande pressão psicológica em relação a isso. Vivo o meu dia-a-dia a trabalhar e hoje estou muito focado no Rio Ave e tenho grandes ambições", afirmou, numa sessão de perguntas e respostas com adeptos do Rio Ave, no Facebook do clube.

"Desde 9 anos que ingressei no Benfica. À medida que vamos subindo de escalão e conquistando algumas coisas, claro que temos o sonho de jogar na equipa principal. Hoje estou no Rio Ave, não estou triste, bem pelo contrário, estou muito feliz. Mas claro que quando comecei a jogar no Benfica sempre sonhava chegar à equipa principal", admitiu.

Mas jogar na equipa principal das águias não é o único sonho de Pedro Amaral. "Sendo um jovem jogador português, representei Portugal desde os sub-15 até à época passada, aos sub-21. É um espaço espetacular, onde jogamos contra os melhores jogadores da nossa idade. Sim, chegar à Seleção também é um objetivo que tenho", revelou.

Marcante

O jogador recordou um momento particularmente difícil da sua vida no momento de eleger o momento mais marcante da sua carreira. "Foi há dois anos na equipa B do Benfica, quando marquei primeiro o golo como profissional. Foi no segundo jogo do campeonato, foi uma grande forma de começar a época. Foi numa fase muito especial da minha vida, pois meses antes tinha perdido o meu pai. Consegui dar-lhe uma alegria. A estrelinha estava comigo. Marquei um grande golo e foi o momento mais marcante como profissional", disse, definindo o seu pai como "ídolo na vida". "É o meu ídolo, pelo que me ensinou em termos de valores e educação que me deu. Poder um dia ser como ele, enquanto pai, é um objetivo que tenho", disse.

Por André Gonçalves
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