Rio Ave critica arbitragem do jogo com o Benfica: «Um fado cansado e repetitivo»

Clube reclama falta sobre Aderllan Santos no lance do golo de Weigl, entre outras situações questionadas

• Foto: José Gageiro/Movephoto

O Rio Ave ficou agastado com a arbitragem de Luís Godinho e seus pares na partida de ontem à noite, em Vila do Conde, que os rioavistas perderam por 2-1 após estarem em vantagem no marcador. Um sentimento visível no relvado, percetível nas palavras de Carlos Carvalhal após o fim do duelo e que sai reforçado com a publicação no site do clube, em jeito de resumo da partida.

"Dias há que se torna difícil descrever um jogo de futebol quando, no mesmo, se encerram tantos e tantos momentos que transcendem a mais mirabolante das criatividades. Torna-se difícil contrariar uma tendência que, desde há muito, se transformou como que num fado cansado, repetitivo e que enfada os profissionais deste desporto na procura de serem melhores, de se superarem, de se transcenderem. É o futebol português. Não se espantem", pode ler-se.

O Rio Ave critica o primeiro cartão amarelo exibido a Al Musrati - "nem sequer tocou no avançado encarnado" - e ainda a expulsão de Nuno Santos, após consulta do monitor do VAR. "Nuno Santos vê vermelho directo, após intervenção do VAR, num lance de casualidade e de disputa de bola com Pizzi, onde o avançado rioavista acaba por atingir no braço o adversário. Rigor a preceito na admoestação e na intervenção do VAR", refere a nota.

"O mesmo rigor que passou ao lado do minuto 79. Mehdi assistiu de cabeça o isolado Lucas Piazon mas Ferro cortou a bola com o braço, que estava a ganhar volumetria", aponta o Rio Ave, lamentando que nem o árbitro de Évora nem o VAR Tiago Martins tenham assinalado o penálti.

O lance decisivo surgiu aos 87', quando Weigl marcou o golo da vitória do Benfica. "Vinicius empurra Santos", reclama o Rio Ave, que criticou ainda o tempo de compensação (4 minutos) atribuído pela equipa de arbitragem na segunda parte. 

"Para terminarmos este fado a preceito, uma segunda parte com substituições, três expulsões (Diogo Figueiras ainda foi expulso do banco rioavista), duas intervenções do VAR, teve 4 minutos de compensação! Estava 1-2 aos 90′. Futebol português", refere o clube de Vila do Conde.

Por André Gonçalves
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