Abel Ferreira: «Conseguimos marcar dois golos na primeira parte...»

Técnico não criticou diretamente o árbitro, mas lembrou lance polémico

Ainda que não visando diretamente a equipa de arbitragem comandada por Manuel Mota, Abel Ferreira considerou que o Sp. Braga marcou dois golos diante do FC Porto, mas que apenas deles valeu. O técnico minhoto aludia ao golo anulado nos instantes iniciais, por alegado fora de jogo de Ricardo Horta no arranque da jogada.

"Conseguimos marcar dois golos na primeira parte... Há que valorizar o carácter e qualidade da equipa. Fizemos 14 remates, tivemos 7 oportunidade de golo, mas nestes pormenores a eficácia faz a diferença. Tenho vindo a dizer que temos de fazer o nosso caminho. Estamos a atravessá-lo... Por mim jogava com os melhores todos os fins de semana, porque são os melhores quem nos coloca à prova. Temos de perceber que a equipa tem crescido em tudo, seja na qualidade ou na identidade. Dos que vão à frente, a equipa que mais mexeu no motor fomos nós. Mas mais uma vez ficou evidente que todos têm instalado o plano mental do jogo e isso ficou claro. Fizemos isto contra um FC Porto que é grande, jogue quem jogar. Mas infelizmente o que ditou a diferença foi a finalização. Há que frisar que foi uma eliminatória a duas mãos... O adversário foi claramente superior na primeira mão e nós fomos hoje. Muito honestamente, sabendo que o resultado é o que conta, criámos oportunidades fazer o mesmo resultado. A eficácia conta e nós não fomos eficazes nem felizes. Veja-se este último do Palhinha, em que a bola bateu no Danilo e foi para canto...", começou por lamentar o técnico minhoto, em declarações à SportTV.

Sp. Braga marcou mas VAR anulou golo por fora de jogo
Instantes depois, questionado diretamente pelo lance da polémica, Abel não quis comentar diretamente a situação. "Fico com a ideia de que fizemos um grande jogo. Estamos a crescer e é este o caminho que temos de fazer, acreditando no projeto, nas pessoas e neste público que esteve aqui hoje. Não foi no número queríamos, mas somos poucos mas bons. Há que dar uma palavra aos que vieram, porque nós gostamos de nos sentir apoiados. E hoje sentimos isso. Os que estão aqui são os verdadeiros, com quem contámos e com quem vamos continuar a contar".

Por Fábio Lima
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