António Salvador: «Carlos Pereira devia acender uma velinha...»

Líder do Sp. Braga esvazia polémica lembrando que Dyego Sousa podia ter saído do Marítimo sem contrapartidas

• Foto: Filipe Farinha

António Salvador estranhou as críticas do presidente do Marítimo, Carlos Pereira, que se mostrou "defraudado" pelo facto de Dyego Sousa ter sido vendido ao Shenzhen por 5,4 milhões de euros. Um montante que fez baixar a fatia relativa aos 25% das mais-valias detidos pelos verde-rubros. Todavia, o líder arsenalista recorda que o ponta-de-lança podia ter deixado os Barreiros a custo zero, dado que estava e, final de contrato, e que ainda assim fez questão de incluir essa compensação  em nome das boas relações entre os clubes.

"Fiquei muito surpreendido com as declarações do presidente do Marítimo. Se diz que precisa de falar comigo, estranho que não me tenha dito nada porque ainda na quarta-feira estivemos juntos várias horas e inclusive fomos jantar no fim da apresentação do canal 11. Tenho estima pessoal pelo presidente do Marítimo, temos excelentes relações institucionais também, e pela consideração que tenho por ele estou sempre disponível para falar. Se me quiser visitar em Braga, até vamos ao Bom Jesus e ele acende uma velinha em agradecimento por o SC Braga lhe ter permitido fazer um encaixe muito relevante com o Dyego Sousa, porque se bem se lembra o SC Braga assinou com o Dyego quando ele estava livre, sem contrato", sublinha António Salvador.  

De resto, foi precisamente o desejo de preservar a amizade pessoal e o relacionamento institucional saudável que induziu o Sp. Braga a inserir um retorno por venda futura que pode agora render 1,3 milhões de euros aos madeirenses.

"Precisamente por ter pelo Marítimo e pelo seu presidente a maior consideração, decidimos creditar ao Marítimo, já depois de termos assinado com o jogador, 25% da mais-valia de uma futura transferência. Felizmente para o Marítimo, o Dyego escolheu o SC Braga numa altura em que cumpria um castigo de 9 meses e em que poucos acreditavam nele, porque se tivesse ido para outro clube o Marítimo receberia zero, porque nenhum clube teria tido o gesto que o SC Braga entendeu que devia ter", sentenciou Salvador.

Por Vítor Pinto
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