Carlos Carvalhal: «Pensar jogo a jogo evita que jogadores se precipitem e tenham pressa»

Questionado sobre títulos, respondeu que o pensamento está "no título do jogo seguinte"

• Foto: Luís Vieira/Movephoto

Carlos Carvalhal explicou por que razão tem adotado, desde o início da temporada, a ideia de encarar jogo a jogo, procurando ir "o mais longe possível". "Título? Pensamos é no título do jogo seguinte, vencer o próximo jogo", disse, na RTP3, justificando que desta forma os seus jogadores "não entram em precipitações nem jogam com pressa".

"O que definimos internamente foi ir o mais longe possível em todas as competições, dentro disto e com um plantel valoroso, jogadores bravos, que querem ganhar, mas definimos claramente ir o mais longe possível nas várias competições e não preterir uma ou outra. Temos abordado cada jogo com se fosse o último e conseguimos ir à final da Taça da Liga, fizemos um bom percurso na Liga Europa, com muitos golos e um nível exibicional muitíssimo bom. Disputámos a eliminatória com a Roma e a energia não era a mesma que eu gostaria de ter, pela densidade competitiva. Na Taça de Portugal chegámos à final. No campeonato a abordagem é sempre de jogo a jogo e tentar fazer o máximo de pontos possível", começou por dizer.

"Pensamos é no título do jogo seguinte, de vencer o jogo seguinte. Na Liga estamos bem posicionados, o que procuro dizer aos jogadores tem a ver com o lado exibicional, é importante tentar jogar bem para ganhar jogos, tem sido o nosso meio. Temos de nos focar sempre no adversário e no nosso jogo e não tanto nas consequências de vencer um jogo e passar para determinanda posição. Só assim nos concentramos para não atrofiamos nem entrar no domínio da pressa e precipitação. É preciso pausar o jogo, circular a bola, tentar dominar adversários que se fecham, e a pressa muitas vezes é contrária a esta postura que temos de ter para tentar contrariar os adversários. Nada melhor que concentrar os jogadores em cada jogo para tentar vencer e não tanto nas consequências dos resultados. É que se não os jogadores podem precipitar-se, não jogam tão bem e teremos mais dificuldade em vencer", explicou Carvalhal.

Por André Gonçalves
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