«Não quero ter uma lápide que diga: 'Aqui jaz o rapaz mais rico do cemitério'»

Carvalhal usou a história do Sp. Braga como factor de motivação junto do grupo e não o dinheiro

• Foto: Lusa

Carlos Carvalhal explicou, em entrevista à Next, a forma como foi motivando os seus jogadores na reta final da temporada, em que os objetivos milionários da Liga dos Campeões ficaram pelo caminho, mas onde ainda havia uma Taça em jogo.

"O Sp. Braga já foi a uma final europeia e um 2º lugar no campeonato. Foi disso que tentei alimentar a equipa, não foi dizendo que vamos ter um grande prémio de jogo, não quero saber disso para nada. Alimentei a equipa para ficar na história, para que os filhos e netos vejam no museu as fotos do pai, que marcaram o clube de forma significativa. Se não é a melhor, é uma das melhores épocas do Sp. Braga", disse. E foi a mesma ideia que deixou na perspetiva individual.

"Sou um treinador muito feliz, porque temos o nosso nome marcado no Leixões, no V. Setúbal, no Sheffield e agora no Sp. Braga. Isso é o que nos anima, não é o dinheiro porque isso a gente gasta. E também não quero ter uma lápide ali em Monte d’Arcos a dizer: 'aqui jaz o rapaz mais rico do cemitério'. Não quero ter isso…", atirou.

Por André Gonçalves
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