Reforço mais caro ainda não jogou

Metade do passe de Alef custou 750 mil euros. Adaptação e concorrência estragaram-lhe os planos

• Foto: Simao Freita

"Aqui está uma pérola a ser lapidada." Foi desta forma que o Sp. Braga anunciou, no último verão, Alef como reforço para a presente temporada. O médio, na altura com 20 anos, chegou do Marselha para fazer esquecer Danilo, recém-transferido para o Valência, e seria mesmo a contratação mais cara dos arsenalistas para 2015/16: 750 mil por 50 por cento do passe.
A verdade é que 46 jogos oficiais depois, o internacional sub-20 ainda não se estreou pela equipa de Paulo Fonseca. Alef chegou ao Minho com algumas fragilidades ao nível do posicionamento e com uma intensidade de jogo algo baixa para as exigências do ousado 4x4x2 que o novo treinador queria implementar. A isto tudo juntou-se a forte concorrência de homens como Luiz Carlos, Vukcevic, Mauro e até Filipe Augusto.

Sem perder o sorriso que o caracteriza, o médio foi lutando contra as adversidades em todos os treinos e mereceu a primeira convocatória em outubro, num jogo da Taça de Portugal. Alef acabaria por ficar na bancada e só em dezembro se sentou no banco quando os arsenalistas defrontaram o Marítimo para a Taça CTT. Um mês depois, Paulo Fonseca quis dar-lhe um prémio no Estádio do Mar, só que a equipa precisava de mais golos para seguir em frente na Taça CTT e a estreia foi adiada.

Restou a formação B, onde Alef fez cinco partidas. Esta época, e ao contrário do que sucedia, os responsáveis arsenalistas entendem que deve haver o menor fluxo possível de jogadores entre a formação principal e a secundária e também por isso a adaptação do médio ao nosso futebol tem sido mais lenta. Assim, resta esperar por 2016/17...

Por Ricardo Vasconcelos
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