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Sp. Braga frente ao Benfica: Liberdade para inovar na frente

APRECIAÇÃO À EQUIPA

Mesmo sem inovar em termos tácticos, Jesualdo Ferreira estreou um jovem (Pedro Costa), recuperou Lima e deixou o seu "dedo" na disposição das pedras no terreno e na abordagem ao jogo. A liberdade de movimentos dada pelo novo técnico traduziu-se em maior fluidez do ataque e permitiu causar diversos desequilíbrios. Só a falta de eficácia dos artilheiros, em momentos-chave do jogo, obstou a que o resultado fosse outro...

QUIM - Ficou a impressão de que podia ter feito mais nos lances do primeiro (ficou colado ao solo) e terceiro golos ("fez-se" tarde ao remate de Nuno Gomes). Mas evitou outros tantos, em saída aos pés de Nuno Gomes (28"), num desvio para a barra a um remate de Simão (34"), que, isolado, o forçou à defesa da noite, a 10" do final.

PEDRO COSTA - Numa estreia ingrata pela equipa principal do Sp. Braga (teve de se bater sucessivamente com Simão, Geovanni e Zahovic), a genica, esforço e agressividade reveladas fazem augurar-lhe um futuro promissor.

ANTIA - O "libero" de serviço deu boa ajuda na marcação alternada a Simão e Nuno Gomes. Mas o entendimento com Paulo Jorge nem sempre foi o melhor.

PAULO JORGE - Somou mais ganhos do que perdas no duelo particular com Nuno Gomes, mas acabou por lhe permitir o remate para o terceiro golo sem conseguir esboçar reacção.

TITO - Geovanni (e depois Simão Sabrosa) mantiveram-no em respeito e prejudicaram-lhe a progressão. Um desvio azarado deu em golo (23"), mas compensou noutros cortes de grande mérito.

BARROSO - Orquestrou a manobra defensiva e, já depois do "penalty" convertido em força, fez Moreira brilhar num dos seus livres-bomba (69").

NENÉ - Foi um "mouro de trabalho", muito útil a "cair" em força sobre Zahovic. Aos 63", após boa incursão individual, o remate, forte, saiu alto.

NUNO ROCHA - Encostado à direita, com permissão para descair para o meio, foi inconsequente na produção ofensiva, apesar do uso que fez da velocidade e da sua técnica apurada.

LIMA - Adaptado à ala esquerda, cumpriu em termos defensivos, mas deixou a desejar na progressão, apesar de um par de incursões de bom nível. Aos 40", forçou Moreira a grande defesa, num remate forte e colocado.

BORDI - Voltou a deixar a nu as carências na finalização: aos 9", isolado em velocidade, atirou para as nuvens e, aos 21", não foi capaz de fazer a emenda à boca da baliza.

TAÍLSON - Rendeu Bordi na última meia hora, com a preocupação de jogar para a equipa e incrementar as combinações atacantes. Mas não logrou ganhar nenhuma oportunidade de rematar à baliza.

CASTANHEIRA - Foi a aposta do "banco" para aumentar a criatividade da linha média. Procurou jogar simples, mas nunca foi a gazua de que o Sp. Braga necessitava.

ABIODUN - Chegou já tarde para animar a ala direita; mal chegou a aquecer.
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