Sp. Braga reforça críticas a João Pinheiro: «Ou adota postura isenta ou pede dispensa dos nossos jogos»

Arsenalistas voltaram à carga através da newsletter semanal na sequência do jogo com o Benfica

• Foto: Lusa

O Sp. Braga voltou à carga nas críticas ao árbitro João Pinheiro, que dirigiu a partida do último domingo diante do Benfica, da qual os arsenalistas saíram derrotados por 2-0 e marcada pela expulsão de Fransérgio, por acumulação de amarelos, ainda antes do intervalo e quando o marcador ainda estava em branco. Através da newsletter semanal, os guerreiros apontam duas sugestões.

"Para o bem de todas as partes envolvidas, só vislumbramos uma de duas soluções: ou João Pinheiro faz uma séria reflexão e adota uma postura isenta nos jogos do Sp. Braga; ou então pede ao Conselho de Arbitragem que o dispense dos jogos que envolvam o nosso clube", lê-se.

O Sp. Braga aponta à decisão "muito questionável a desestabilizar os pratos da balança", a tal expulsão de Fransérgio. "Toda a gente tem direito a um dia infeliz, desde o estratega mais esclarecido ao malabarista mais incompetente. João Pinheiro é um árbitro com potencial, mas são demasiadas as vezes em que é infeliz com o Sp. Braga (...). Será que o facto de João Pinheiro pertencer à AF Braga poderá, de algum modo, condicionar a forma como atua nos jogos do Sp. Braga? Aliás, este tipo de ‘caso’ não seria inédito em Portugal...", aponta ainda a publicação minhota.

Uma posição que surge na sequência do "grito de revolta" lançado por António Salvador, presidente do clube, na conferência de imprensa pós-jogo e que o clube diz ser "transversal a todos os profissionais do Sp. Braga". "Mais: deveria ser um sentimento comum a todos os clubes que são recorrentemente empurrados para planos secundários por entidades internas e externas ao jogo", indica a newsletter.

"Ao contrário do que acontece em demasiadas ocasiões com os ditos grandes, o Sp. Braga não ambiciona atingir o estatuto em que seja mais fácil beneficiá-lo do que prejudicá-lo. Exigimos, apenas e só, igualdade de tratamento. Exigimos que a classe arbitral olhe para todos os clubes sem distinguir a cor das camisolas, o número de adeptos ou o orçamento", aponta a newsletter.

Por André Gonçalves
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