Venda de Paulinho foi "fantástica" para a SAD e um "rombo no porta-aviões" da equipa do Sp. Braga

Carlos Carvalhal admite que a saída do ponta-de-lança para o Sporting em janeiro era inevitável

• Foto: Luís Vieira/Movephoto

Carlos Carvalhal abordou a saída de Paulinho para o Sporting, por 16 milhões de euros, e admitiu tratar-se de um negócio excelente para a SAD mas mau para a forma como a equipa do Sp. Braga jogava. 

"O Sp. Braga tem de vender todos os anos e realizar 15 milhões de euros em vendas para ser um clube saudável e sustentável. É assim que está o futebol português, acontece com todos. Perante esta oportunidade de negócio, em período de pandemia, e não sabendo o que vai acontecer no próximo mercado, a transferência acaba por ser inevitável e fantástica para as contas do Sp. Braga", referiu o treinador à RTP3, falando depois da parte negativa da saída de Paulinho para os leões. 

"Tínhamos um jogo interior fortíssimo com Paulinho, Iuri e Ricardo Horta. Com a lesão do Iuri e a saída do Paulinho levámos um rombo no porta-aviões. Mas fomos capazes de nos reinventar. Deu para emergir o Abel Ruiz, que transformou-se completamente. Há um antes e um depois da saída do Paulinho para ele. Ganhou confiança, mais oportunidades", considerou Carlos Carvalhal, abordando ainda a chegada de Sporar e a evolução do lesionado Rui Fonte e do jovem Vítor Oliveira: "A condição que impus para a saída de Paulinho foi de que tínhamos de colmatar com outro jogador. Surgiu a hipótese do Sporar e disse logo que sim. Há ainda Rui Fonte que está lesionado mas perto de voltar e temos o Vítor, um jovem que tem trabalhado connosco, que já marcou um golo na Taça de Portugal e em quem depositamos muitas expectativas."

Por José Miguel Machado
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