Bruno de Carvalho dos nervos à ironia

Chegou a descarregar a irritação no banco, aplicando bofetada de mão aberta

• Foto: Paulo Calado

Enquanto Jesus reclamava o golo anulado, Bruno de Carvalho bradava aos céus, protestando. O presidente pediu explicações ao 4º árbitro e não gostou do que João Lamares lhe disse, chegando a descarregar a irritação no banco, aplicando bofetada de mão aberta num painel lateral, enquanto Alvalade ilustrava o momento com uma vaia, deixando perceber que o lance poderia ter sido mal ajuizado.

Ao contrário do que aconteceu com Jesus, o golo de Bruno César tranquilizou presidente, que o celebrou a preceito antes de saudar o treinador na tentativa de o acalmar. Ao intervalo, percebendo que Jesus não estava pelos ajustes, foi desviar o treinador da rota de Rui Costa, levando-o para a cabina entre sorrisos e palmadas nas costas. No fundo, ensaiando a celebração que haveriam de protagonizar no fim do jogo. Antes do jogo, Bruno de Carvalho pedira "união e esperança no título" aos representantes dos núcleos leoninos.

Por António Adão Farias
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