Bruno de Carvalho rejeita ida ao mercado em janeiro

Presidente do Sporting acredita na qualidade dos novos jogadores... e nos mais antigos

• Foto: Vítor Chi 

Até ao momento, o contributo dado pelos reforços tem estado bastante aquém do perspetivado, principalmente pelos adeptos leoninos. No entanto, o presidente verde e branco, Bruno de Carvalho, não entra em 'dramas', mostra total confiança no atual plantel às ordens de Jorge Jesus e até recusa a ideia de que o Sporting precise de fazer 'retoques' no mercado de janeiro.

"Acredito perfeitamente [no plante]. Sei perfeitamente o que estamos a fazer. Não estou minimamente desiludido, porque já tenho conhecimento e já o tinha de que não há fórmulas mágicas. Sabíamos o que fizemos. Os jogadores não passam de bestiais a bestas. Vou dar um exemplo: Bas Dost. Chegou, começou a marcar. Já era um elemento que fazia esquecer Slimani, independentemente de ter características distintas. Agora, afinal já não faz esquecer absolutamente nada. Queremos esconder que o Markovic e o Joel Campbell têm jogado pouco. Queremos esconder que há jogadores que têm de adaptar-se, vieram de outras realidades, de outro tipo de futebol, brasileiro, argentino... Roma e Pavia não se fizeram num dia.  Não estou minimamente triste ou desiludido, até porque é um grupo de trabalho absolutamente fenomenal", referiu Bruno de Carvalho, numa entrevista concedida à TSF.

Quanto a uma eventual abordagem ao mercado de inverno para reforçar alguns dos sectores em menor destaque no arranque da temporada (por exemplo, um lateral-esquerdo), o líder leonino descarta essa hipótese de uma forma bastante... perentória. "Sinceramente, não vejo necessidade nenhuma. Uma das funções de ser líder é ter a capacidade de pensar pela sua cabeça e não ir pelas emoções. Se eu me pusesse à parte e não percebesse nada do que estivesse a acontecer, eu também se calhar… o ‘8’, o ‘9’, o ‘25’, o ‘32’, o lateral-esquerdo, o lateral-direito… Eu já li isso tudo. Já vi o que são as pretensões das pessoas. Mas também sei perfeitamente quem é que lá esteve e o campeonato que se fez no ano passado e onde chegamos. Sou uma pessoa muito pouco dada a tomar decisões com estados de alma. Não tenho o coração na boca, como as pessoas acham. Às vezes utilizo palavras fortes mas estão altamente pensadas e repensadas, durante muito tempo, muitas vezes para ferir, de facto, até a própria suscetibilidade das pessoas, porque estão em estado de dormência e nós temos de dizer frases bombásticas para ver se acordam. Mas eu acho que as coisas vão correr bem e melhorar. Não sinto necessidade absolutamente nenhuma de retocar nada no plantel."

Por Alexandre Carvalho e Vítor Almeida Gonçalves
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