Bruno de Carvalho só quer que o programa seja cumprido com Fontelas Gomes

Presidente aborda as várias medidas em falta

• Foto: Paulo Calado

Bruno de Carvalho referiu que a maior mudança que espera com José Fontelas Gomes no lugar de Vítor Pereira é... que o programa anteriormente apresentado seja cumprido.

"No Conselho de Arbitragem gostava que mudasse o cumprimento daquilo que está no programa. Fiquei contente porque muitas destas coisas estavam nas nossas propostas e foram faladas em várias reuniões com a APAF. Por exemplo, o relatório das equipas de arbitragem, que dizem que será publicado no site da FPF, a divulgação dos relatórios dos observadores, aqui têm de pedir um parecer à FIFA e à UEFA, é o que diz programa. Eu acho que têm de ser mais incisivos sobre o porquê de ser absolutamente fundamental que estes relatórios sejam conhecidos, é uma das coisas que não se percebe. Nas nomeações, vou ler o que está aqui, apostar numa política criteriosa de nomeações. Magnífico! É o que o Sporting sem quis. Agora temos de perceber quais são os critérios. Avaliação: sempre critiquei isto. Reformular o sistema, perfeito. É uma das coisas que condiciona e muito", explicou na Sporting TV.

O presidente leonino quer que todas as pessoas envolvidas na área tenham mais condições e que haja mais transparência nos processos.

"Ter o poder de decidir se você ganha 500 euros ou 5.000 euros é absolutamente determinante na sua vida. Todos esses critérios de nomeação, de avaliação, de observação, que podem fazer com que eu passe a linha dos 500 euros para os 5.000, isto é absolutamente determinante. Um ser humano que toma decisões que influenciam milhões de pessoas, não só 22 jogadores, deve poder libertar-se de tudo isto. Aliás, havia vontade e eu sei, não por estar no programa mas por conversa, de acabar com o sistema de avaliação; de poder passar por critérios muito percetíveis as subidas, as descidas, as nomeações. A proximidade do CA com os clubes. Disse isto 50 vezes, já enquanto presidente do Sporting. Se isto tudo for feito, e acredito que haja essa vontade, até porque foram três anos a conversar, damos um passo muito grande. Tem de se apostar na formação. O foco tem de ser que condições são dadas a estas pessoas. Quanto mais estabilidade eles tiverem enquanto trabalhadores, mais fácil será. Enquanto os árbitros não perceberem quem são os observadores, porque é que foram escolhidos, porque são aqueles, qual é o critério de avaliação deles, enquanto não tiverem o vídeo-árbitro, algo que os próprios árbitros querem…", concluiu.

Por Vítor Almeida Gonçalves e Luís Miroto Simões
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